sábado, 18 de março de 2017

Lua passeando pelas pernas do Serpentário, Ophiucus


Olá!

Caro Leitor,
a Lua minguando
- metade iluminada e metade escurecida -
vem passeando pelas pernas do Serpentário, Ophiucus,
e ao mesmo tempo,
continua a cumprimentar,
mesmo que de longe,
a constelação do Escorpião
sempre palpitando através seu Coração,
a estrela-alpha Scorpii, Antares.

Ophiucus, o Serpentário, Aquele que Segura a Serpente,
é uma constelação bem interessante
porém composta de estrelas não muito proeminentes
- e, da mesma forma, assim acontece 
com a constelação da Serpente, ou seja, Serpens Cauda e Serpens Caput.

É bem interessante percebermos o fato de que
a imensa figura estelar do Serpentário segurando a Serpente
- é uma constelação tripla, digamos assim! 



Quando o Zodíaco foi originalmente nomeado, 
a Eclíptica não passava pelo Ofiúco, 
de forma que esta constelação não foi incluída. 
 Em função do movimento da precessão dos equinócios,  
Ofiúco recebe a passagem da linha da Eclíptica 
e o Sol passa um bom tempo aqui 
depois de ter adentrado a Cabeça do Escorpião
 e passado ao largo de sua estrela Alpha, Antares.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre a precessão dos equinócios
bem como variada informação sobre a constelação Ophiucus
em suas estrelas bem tímidas,
em sua famosa Estrela Barnard
- a quarta estrela mais próxima ao Sol -,
em seus tantos e tantos Objetos Messier encontrados em sua direção
M9, M10, M12, M14, M19, M62 e M107 -
e também alguma informação sobre outros objetos celestes.

Com um abraço estrelado,


Janine Milward

Stellarium





Ophiucus, o Serpentário, Aquele que Segura a Serpente,

é uma constelação bem interessante
porém composta de estrelas não muito proeminentes
- e, da mesma forma, assim acontece 
com a constelação da Serpente, ou seja, Serpens Cauda e Serpens Caput.

No entanto, em lugares de céus escuros e transparentes
e, de preferência, em noites de ausência de iluminação da Lua,
podemos observar algumas estrelas pertencentes 
aos desenhos estelares de Ophiucus e de Serpens!

É bem interessante percebermos o fato de que
a imensa figura estelar do Serpentário segurando a Serpente
- é uma constelação tripla, digamos assim! -,
se posiciona bem próxima, porém mais ao norte,
das constelações do Escorpião e do Sagitário
e, portanto, 
bem próxima do ponto que nos leva ao centro da Galáxia.





OPHIUCUS, OFIÚCO




E também estaremos encontrando as constelações Scorpius, Sagittarius, Scutum, Aquila, Hercules Corona Borealis, Libra

http://www.raremaps.com/gallery/detail/34480/Ophiuchus_and_Serpent/Jamieson.html
Map Maker: Alexander Jamieson





Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



OPHIUCUS, OFIÚCO
ou Serpentarius, aquele que Segura a Serpente


Posicionamento:
Ascensão Reta 15h58m / 18h42m      Declinação +14o.3 / -30o.1


Mito:

Hercules, quando criança, estrangulou duas serpentes enviadas por Juno para matá-lo enquanto dormia em seu berço.  Esta constelação também foi chamada de Esculapius, o pai da medicina.


Fronteiras:
Ophiucus situa-se entre as constelações Serpens Cauda e Serpens Caput (e todas três acabam formando um conjunto imenso de situações entrelaçadas), e também Scorpius, Sagittarius, Scutum, Aquila, Hercules Corona Borealis, Libra



Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Quando o Zodíaco foi originalmente nomeado, 
a Eclíptica não passava pelo Ofiúco, 
de forma que esta constelação não foi incluída. 
 Hoje em dia, sim, em função da precessão, 
Ofiúco recebe a passagem da linha da Eclíptica 
e o Sol passa um bom tempo aqui 
depois de ter adentrado a Cabeça do Escorpião 
e passado ao largo de sua estrela Alpha, Antares.



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Ophiuchus*.html

Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 

Segundo Allen, em seu livro Star Names, Their Lore and Meaning – fantástico livro e já em domínio público 

– e traduzindo literalmente, de forma simples e sintética, 
por mim, Janine:

Ophiucus vel Serpentarius, o Serpentário

 – não Ophiucus Serpentarius, é Ofiuco em italiano, Schlangentrager em alemão e Serpentaire em francês.
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…. (Porém) o Serpentário foi normalmente identificado com Asclepios ou Aesculapius, a quem o Rei James I descreveu como “um curador que mais tarde foi feito deus”, com cujas adoradas serpentes eram sempre associados como símbolos de prudência, renovação, sabedoria e o poder de descobrir ervas curadoras.  Educado por seu pai Apollo – ou pelo Centauro Quíron -, Aesculapius foi o primeiro em sua profissão e o cirurgião do navio Argo.  Quando a famosa viagem terminou, ele estava tão treinado em sua prática que ele pôde até trazer mortos à vida – entre esses, Hippolytus.
....................
Sucessivas operações e inúmeras e notáveis curas – e especialmente a tentativa de reviver Órion morto -, levaram Plutão (que temia pela continuidade de seu reino) induzir Júpiter a atingir Aesculapius com um raio e colocá-lo dentre as constelações.
Ophiucus também foi associado a Caecius, o Cego, assassinado por Hercules e celebrado por Dante no Inferno.  Na verdade, diz-se que o Herói foi atribuído a estas estrelas por Hyginus e nomeou-as com seu nome: uma confusão que pode ter vindo à tona em função das fronteiras entre essas duas constelações – por serem mal-definidas, primeiramente, ou pela similaridade de seus mitos originais em relação a Izhdubar e o dragão Tiamat.
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http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Ophiuchus*.html





La Hire, Philippe de, 1705, Planisphere Celeste Septentrional.






Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

A 13a. Constelação do Zodíaco


Quando o Zodíaco foi originalmente nomeado, 
a Eclíptica não passava pelo Ofiúco, 
de forma que esta constelação não foi incluída. 
 Hoje em dia, sim, em função da precessão,  
Ofiúco recebe a passagem da linha da Eclíptica 
e o Sol passa um bom tempo aqui depois de ter adentrado a Cabeça do Escorpião
 e passado ao largo de sua estrela Alpha, Antares.

Programa Stellarium trabalhado em Programa Corel

Programa Stellarium trabalhado em Programa Corel

http://www.heavens-above.com/skychart.aspx


Movimentos: tudo sempre se move

Estarei repetindo aquilo que recebi em Fórum na Internet, parte da Aula 2 sobre Movimentos do Céu, by dario.rostirolla@londrina.pr.gov.br:

“Como é sabido, a Terra apresenta dois movimentos básicos (e outros): rotação (em torno do próprio eixo, com período de 1 dia) e translação (movimento orbital ao redor do sol, com período de 1 ano). Enquanto gira ao redor do Sol, a Terra percorre em sua órbita cerca de um grau por dia - logo, as estrelas se adiantam um pouco com relação ao Sol (como um carro que se aproxima de uma esquina e obtém melhor visibilidade), cerca de 4 minutos. É esta a causa da pequena diferença entre o dia solar e o dia sideral.

No decorrer de um ano a Terra percorre 360 graus ao redor do Sol, de modo que as estrelas que se encontravam ocultadas pelo Sol, dentro de algum tempo se tornarão visíveis em função do deslocamento da Terra sobre sua órbita. Ao longo do ano, diferentes partes do céu vão se tornando visíveis em determinado horário fixo (digamos, logo após o pôr do Sol), de modo que toda a esfera celeste vai sendo avistada ao longo do ano, setor por setor. A cada ano, esse movimento se repete de modo que as constelações visíveis numa determinada data serão visíveis na mesma data dos anos subseqüentes.”

A precessão dos Equinócios é o movimento que estaria aglutinando, digamos assim, ambos os movimentos anteriores: o de rotação e o de translação. 

Não podemos nos esquecer que a Terra gira em torno de seu eixo sim, porém com uma inclinação de 23 graus....  Ao mesmo tempo, a Terra perfaz um passeio de 360 graus em sua órbita em torno ao Sol.  Ao mesmo tempo, também o Sol vai realizando seu próprio andamento e o faz em direção a um ponto próximo  à constelação Hercules.  Tudo no universo se movimenta... por que deixaria nosso Sol de fazer o mesmo?

Ao longo do período de 26 mil anos, esse eixo da Terra em movimento de rotação e de translação e atrelado ainda ao movimento próprio do Sol, vai imantando os direcionamentos norte e sul e deslocando, apontando então para diferentes pontos dessa região da esfera celeste! Esse grande círculo imaginário que se forma é o Grande Ano das Eras! Uma maneira simples de entender esse movimento é soltarmos um pião e o deixarmos girar, girar, girar..... é bem assim.  A estrela que denominamos de Polar, vem atuando como imantação Norte desde há muito tempo e ainda estará fazendo isso por bom tempo adiante.  Porém, um dia no futuro, teremos que renomeá-la... pois não estará mais reinante na posição de Estrela Polar.

É realmente interessante que possamos perceber as questões relativas às mudanças de Eras em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios:

A Era de Gêmeos trouxe o Ponto Vernal a acontecer dentro desta constelação ocupando o lugar de Primavera, Virgem ocupando o lugar do Solstício do Verão, Sagitário ocupando o lugar do Equinócio do Outono e Peixes ocupando o lugar do Solstício de Inverno.







Quadro sobre a Precessão dos Equinócios durante 4 Eras, mostrando o Caminho do Sol contra o pano de fundo das constelações do    Zodíaco.  As cores originais foram invertidas.
Inserido no Artigo “When the Zodiac Climbed into the Sky” por Alexander Gurshtein para a Revista Sky & Telescope edição de outubro de 1995, página 30,  publicada por Sky Publishing Corporation, Cambridge, MA, USA.




A Era de Touro trouxe o Ponto Vernal a acontecer dentro desta constelação ocupando o lugar de Equinócio da Primavera; Leão ocupando o lugar do Solstício do Verão; Sagitário ocupando o lugar do Equinócio do Outono e Peixes ocupando o lugar do Solstício de Inverno.

Permita-me lhes dizer, caro Amigo das Estrelas, que foi naquela Era que surgiu o conceito das Quatro Estrelas Reais, Guardiãs das Quatro Estações do Ano e da Vida:  em Touro, Aldebarã, o olho iluminado, guardiã do Leste; em Leão, Regulus, sua pata dianteira, guardiã do Sul; em Escorpião, Antares, a rival de Marte, Anti-Ars, gigante vermelha maravilhosa, guardiã do Oeste; e finalmente, Fomalhaut, em Pisces Austrinus, guardiã do Norte.

A Era de Áries trouxe o Ponto Vernal a acontecer dentro desta constelação ocupando o lugar de Equinócio da Primavera; Câncer ocupando o lugar de Solstício do Verão; Balança ocupando o lugar do Equinócio do Outono e Capricórnio ocupando o lugar do Solstício de Inverno.


Vega,a estrela Alpha Lyrae, atuou como a estrela polar (há mais de 12 milênios atrás).  Vega estará novamente ocupando o lugar de estrela polar mais uns tantos milênios à frente (14.000 anos DC, ou seja mais 12.000 anos à frente) - sempre a estrela polar mais brilhante!





A Precessão acontece porque as forças gravitacionais do sol e da lua atuam por sobre a Terra (que não é esférica) enquanto esta gira, vagarosamente mudando a orientação do eixo da Terra.  Este eixo, inclinado num ângulo de 23o., traça um caminho em torno da eclíptica ao longo de 25.800 mil anos terrestres na realização de todo seu círculo. Isso significa que Polaris - a estrela que viemos considerando nossa estrela polar  celestial do norte -, vagarosamente irá transmitir sua posição à Vega, a brilhante estrela da constelação da Lira. 

Extraído da revista Astronomy,  edição de junho de 2002, página 73.  Parte do texto foi traduzido literalmente por Janine e também a ilustração sobre o caminho do pólo norte celestial foi invertida, para melhor visualização.

Pequeno Glossário:

Apex  -  um ponto central para onde outro objeto orbita e se move em direção a.
Apex do Caminho do Sol  -  o ponto na esfera celeste em direção ao qual nosso Sol viaja numa velocidade de cerca de 20 quilômetros por segundo.  A posição correta do apex do Sol pode variar entre os cientistas porém é quase acordado que seja em Hércules ou Lyra, Ascensão Reta de 18 horas ou 270 graus e Declinação 34 Norte. (3)
Eclíptica (plano da)  -  Plano da órbita terrestre.  Podemos definir também como o grande círculo de interseção deste plano com a esfera celeste.  O plano da eclíptica é inclinado de 23o27’ em relação ao Equador.
Ponto vernal  -  ponto da esfera celeste, situado na interseção da eclíptica com o equador, na qual o Sol, em seu movimento aparente anual, passa do hemisfério sul para o norte.(....) O ponto vernal é habitualmente designado pela letra y; equinócio da primavera, equinócio vernal, primeiro ponto de Áries.  (1)
Equinócio  -  Ponto da esfera celeste, interseção da eclíptica com o Equador.  O equinócio da primavera corresponde à passagem do Sol do hemisfério austral ao hemisfério boreal.  O equinócio do outono é o caso inverso.  Tais termos se aplicam também aos momentos em que estes fenômenos ocorrem.  Podemos dizer, também, que o equinócio é a data do ano na qual o dia é igual à noite (20-21 de março  -  22-23 de setembro)   (2)
Precessão dos Equinócios  -  o movimento do equinócio consiste em uma retrogradação (ou precessão) sobre a eclíptica, da ordem de 50.256 por ano, ou seja, de uma volta completa do equilíbrio em 26.000 anos  (2)
Solstício  -  é o instante no qual o Sol está mais afastado do Equador (22 ou 23 de junho e 22 ou 23 de dezembro)  (2)  -  Nessas datas, acontecem os solstícios de inverno e de verão.

(1)  -  Atlas Celeste
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
6ª edição  -  Editora Vozes, Petrópolis, RJ, Brasil – 1986
(2) -   Explicando o Cosmos
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
Editora Tecnoprint S.A.,  Rio, Brasil, 1984
(3) Norton’s Star Atlas
Arthur P Norton and J. Gall Inglis
Sky Publishing Co.
Cambridge, MA, USA


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Urania’s Mirror is a boxed set of 32 constellation cards
 © Ian Ridpath


Algumas Estrelas e alguns objetos interessantes, 
em Ofiúco


Existe um Asterismo interessante denominado de O Touro de Poniatowkski, 
composto pelas estrelas 66, 67, 68 e 70 Ophiuchi.  
Este Asterismo já constou como uma Constelação mas foi considerada obsoleta, posteriormente.


Rasalhague.  Alpha Ophiuchi. 
Magnitude 2.09  Distância 58 anos-luz
Uma estrela safira situada na cabeça do Ofiúco.  De Rãs Al Hawwa, a Cabeça daquele que Segura a Serpente, a Cabeça do Serpentário. 
Esta estrela se situa ao norte do equador celestial e já quase na fronteira de Ofiúco com a constelação de Hercules.


Cebalrai ou Cheleb - Beta Ophiuci
Magnitude 2.77  Distância 124 anos-luz
Cão do Pastor, vocábulo oriundo da expressão árabe Kalb al Rai.


Yed Prior.  Delta Ophiuchi. 
Magnitude 2.72  Distância 140 anos-luz
Uma estrela amarelada situada a mão esquerda do Ofiúco.  De Yad, a Mão. A Mão Anterior.

Yed Posterior - Epsilon Ophiuchi
Mão Posterior, denominação moderna de oriegem latino-árabe usada por Bayer.  A palavra Yed significa mão.


Han.  Zeta Ophiuchi. 
Magnitude 2.57  Distância de mais de 500 anos-luz
Uma estrela pequena situada próxima ao joelho esquerdo do Ofiuco. Han é um nome de origem chinesa que denominava um velho Estado feudal da China.


Sabik.  Eta Ophiuchi. Estrela Dupla
Ascensão Reta 17h09,3m - Declinação -15o 42’
Magnitude visual 2,43 - Distância 69 anos-luz
Uma estrela amarelo pálido situada no joelho esquerdo do Ofiúco.  De Sabik, Aquela que Precede.  O Condutor, do vocábulo árabe Sabik.


Sinistra.  Mu Ophiuchi
Uma estrela pequena situada na mão esquerda do Ofiúco.


U Ophiuchii - Estrela Variável do tipo Algol
Ascensão Reta  17h14m       Declinação +01o.16
Magnitudes:  Max 5,7     Min  6,4     Período 1,7
Tipo  ALG    Espectro B8


Y Ophiuchii - Estrela Variável Cefeida
Ascensão Reta 17h50m        Declinação -06o.08
Magnitudes:  Max 6,1    Min 6,5      Período 17,1
Tipo  CEF    Espectro G0


Ophiucus   - Nebulosa Complexa - Ro Ophiuchi
Ascensão Reta  16h24m      Declinação -23o.24
Tipo Nebulosa Planetária  COM       Dimensão  4,0       Distância em anos-luz  0,5


Ophiucus   - Nebulosa Complexa - Theta Ophiuchi
Ascensão Reta  17h20m      Declinação -24o.59
Tipo Nebulosa Planetária  COM        Dimensão 5,0        Magnitude
Magnitude da Estrela associada            Distância em anos-luz  0,5




A FAMOSA ESTRELA BARNARD

EXCERTO de Ophiucus -  As Constelações, Cartas Celestes, Mario Jaci Monteiro

Map of nearby stars



Nearby Stars (14ly Radius).svg


Barnard's Star /ˈbɑrnərd/ is a very low-mass red dwarf star about six light-years away from Earth in the constellation of Ophiuchus, the Snake-holder. Barnard's Star is the fourth-closest known individual star to the Sun, after the three components of the Alpha Centauri system, and the closest star in the Northern Hemisphere.[14] Despite its proximity, Barnard's Star, at a dim apparent magnitude of about nine, is not visible with the unaided eye; however, it is much brighter in the infrared than it is in visible light. The star is named for American astronomer E.E. Barnard. He was not the first to observe the star (it appeared on Harvard College University plates in 1888 and 1890), but in 1916 he measured its proper motion as 10.3 arcseconds (20,000 inverse radians) per year, which remains the largest-known proper motion of any star relative to the Solar System.


http://astronomy-universo.blogspot.com.br/2013/11/conheca-as-10-estrelas-mais-proximas-da.html?spref=fb

Estrela de Barnard
Distância: 5,96 anos-luz 
Esta é uma anã vermelha ténue que fica a cerca de 5,96 anos-luz da Terra. No passado os cientistas acreditavam que a estrela de Barnard podia conter planetas ao seu redor, mas as tentativas de detectar tais objetos não resultaram em nenhuma observação. A estrela de Barnard fica situada se na constelação Ophiuchus.
Fonte: ciencia-online.net


Barnard's Star
Barnardstar2006.jpg
The location of Barnard's Star
Observation data
Epoch J2000.0      Equinox J2000.0
ConstellationOphiuchus
Pronunciation/ˈbɑrnərd/
Right ascension17h 57m 48.49803s[1]
Declination+04° 41′ 36.2072″[1]
Apparent magnitude (V)9.54[1]
http://en.wikipedia.org/wiki/Barnard's_Star




http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/OPH.gif





M9, M10, M12, M14, M19, M62 E M107
OS OBJETOS MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO OPHIUCUS





http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m9atlas.jpg
 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."

Messier 9

Globular Cluster M9 (NGC 6333), class VIII, in Ophiuchus
[m9.jpg]
Right Ascension17 : 19.2 (h:m)
Declination-18 : 31 (deg:m)
Distance25.8 (kly)
Visual Brightness7.7 (mag) 
Apparent Dimension12.0 (arc min)


Discovered 1764 by Charles Messier.

Globular cluster Messier 9 (M9, NGC 6333) is one of the original discoveries of Charles Messier, who cataloged it on May 28, 1764, and described it as "Nebula without star" of 3' diameter. It was first resolved into stars by William Herschelabout 20 years later.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m009.html




Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro




M 9  - NGC 6333 - Ophiucus - Aglomerado
Ascensão Reta 17h18m     Declinação -18o.30
Magnitude visual integral   7,6    Tipo A7

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

Messier 9
Messier 9 visto pelo Telescópio Espacial Hubble.
Messier 9 visto pelo Telescópio Espacial Hubble.
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
TipoVII
Asc. reta17h 19m 11,78s1
Declinação-18° 30′ 58,5″1
Distância25 800 anos-luz (7,9 kpc)
Magnit. apar.8,421
Dimensões12',0
Características físicas
Raio45 anos-luz
Outras denominações
NGC 6333
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_9


Messier 9 (NGC 6333) é um aglomerado globular de estrelas na constelação de Ofiúco. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 1764 e é um dos aglomerados globulares próximos ao centro da Via-Láctea, a uma distância de 5 500 anos-luz. Está a uma distância de cerca de 25 800 anos-luz em relação à Terra.



Messier 9
Messier 9 visto pelo Telescópio Espacial Hubble.
Messier 9 visto pelo Telescópio Espacial Hubble.
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
TipoVII
Asc. reta17h 19m 11,78s1
Declinação-18° 30′ 58,5″1
Distância25 800 anos-luz (7,9 kpc)
Magnit. apar.8,421
Dimensões12',0
Características físicas
Raio45 anos-luz
Outras denominações
NGC 6333
Messier 9
Ophiuchus constellation map.png

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_9





Messier 10

Globular Cluster M10 (NGC 6254), class VII, in Ophiuchus
[m10.jpg]
Right Ascension16 : 57.1 (h:m)
Declination-04 : 06 (deg:m)
Distance14.3 (kly)
Visual Brightness6.6 (mag) 
Apparent Dimension20.0 (arc min)


Discovered 1764 by Charles Messier.

Messier 10 (M10, NGC 6254) is one of the bright globulars populating constellation Ophiuchus.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m010.html



Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro



M 10  - NGC  6254 - Ophiucus - Aglomerado Estelar Globular
Ascensão Reta 16h56      Declinação -04o.05
Magnitude visual integral 6,5       Tipo AG

Na parte ao sul do Ophiúco existem, entre partes adoráveis da Via Láctea, Nuvens de Estrelas e Nebulosas Escuras.  Próximo à estrela Alya, Theta Serpentis, é possível se observar a olho nú uma imensa nuvem escura no formato de um Cachimbo, é a Nebulosa do Cachimbo.  Quando observamos esta região e sua vizinhança fazendo parte da Via Láctea em Sagitário, estamos olhando em direção ao centro de nossa Galáxia.

Ascensão Reta 16h56m       Declinação -04o.05
Magnitude fotográfica global  7,3      Diâmetro aparente 16’,2         Tipo Espectral G1
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 14,17
Número conhecido de Variáveis 3         Distância kpc   6,2
Velocidade Radial (km/s)  + 71

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_10#mediaviewer/File:Messier_10_Hubble_WikiSky.jpg
Messier 10 Hubble WikiSky

Messier 10 (NGC 6254) é um aglomerado globular de estrelas na constelação de Ofiúco. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 29 de maio de 1764, que catalogou o sistema como o décimo objeto de sua lista. Messier descreveu o aglomerado como uma nebulosa sem estrelas, embora anos mais tarde, William Herschel, descobridor deUrano, tenha descoberto que o sistema era formado por milhares de estrelas distintas.
O aglomerado tem um diâmetro angular de cerca de 20 minutos de arco, cerca de dois terços do diâmetro angular da Lua na abóbada celeste, correspondendo a um diâmetro real de 80 anos-luz. Sua distância da Terra é de cerca de 14 300 anos-luz.
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Messier 10
Messier 10 visto pelo Telescópio Espacial Hubble.
Messier 10 visto pelo Telescópio Espacial Hubble.
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
TipoVII
Asc. reta16h 57m 08,99s1
Declinação-04° 05′ 57,6″1
Distância14 300 anos-luz (4,4 kpc)
Magnit. apar.6,41
Dimensões20',0
Características físicas
Massa2,25 x 105 massas solares2
Raio41,6 anos-luz
Outras denominações
NGC 6254
Messier 10
Ophiuchus constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_10







Messier 12

Globular Cluster M12 (NGC 6218), class IX, in Ophiuchus
[m12.jpg]
Right Ascension16 : 47.2 (h:m)
Declination-01 : 57 (deg:m)
Distance16.0 (kly)
Visual Brightness6.7 (mag) 
Apparent Dimension16.0 (arc min)

Discovered by Charles Messier in 1764.

Messier 12 (M12, NGC 6218) is nearly a twin of its apparent neighbor, M10, and is only slightly larger and an idea fainter. Nevertheless, it was once believed to be an intermediate type between globular and dense open clusters (like M11), as it is not very concentrated - Harlow Shapley included M12 in his concentration class IX. It is, e.g., notably much less concentrated toward the center than M10 (of class VII). At its distance of about 16,000 light years, the apparent diameter of M12 of 16.0 arc minutes corresponds to about 75 light years. This stellar swarm is approaching us at 16 km/sec.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m012.html





Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro




M 12  - NGC 6218 - Ophiucus - Aglomerado Estelar Globular
Magnitude visual integral 6,7        Tipo AG
Ascensão Reta  16h46m      Declinação -01o 55
Magnitude fotográfica global  7,6      Diâmetro aparente 21’,5         Tipo Espectral F8
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 14,07
Número conhecido de Variáveis 1         Distância kpc   7,4
Velocidade Radial (km/s)   -16

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_12#mediaviewer/File:M12_Hubble.jpg
M12 Hubble


Messier 12 (NGC 6218) é um aglomerado globular de estrelas na constelação de Ofiúco. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 30 de maio de 1764.
Localizado a cerca de 3° de distância de Messier 10 na abóbada celeste, o sistema está a cerca de 16 000 anos-luz da Terra e têm um diâmetro espacial de cerca de 75 anos-luz. As estrelas mais brilhantes do aglomerado têm magnitude aparente de 12,0. É pouco denso em relação a outros aglomerado globular e o sistema foi por muito tempo classificado como aglomerado aberto. Tem magnitude aparente 6,7 e não é visível a olho nu, mas visível com binóculos ou telescópios amadores.

Messier 12
Messier 12 pelo Telescópio Espacial Hubble
Messier 12 pelo Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
Asc. reta16h 47m 14,52s1
Declinação-01° 56′ 52,1″1
Distância16 000 anos-luz (4,2 kpc)
Magnit. apar.7,68
Dimensões16',0
Outras denominações
NGC 6218
Messier 12
Ophiuchus constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_12






http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m14atlas.jpg



Messier 14

Globular Cluster M14 (NGC 6402), class VIII, in Ophiuchus
[m14.jpg]
Right Ascension17 : 37.6 (h:m)
Declination-03 : 15 (deg:m)
Distance30.3 (kly)
Visual Brightness7.6 (mag) 
Apparent Dimension11.0 (arc min)

Discovered by Charles Messier in 1764.

Messier 14 (M14, NGC 6402) is a slightly elliptically shaped stellar swarm, about 100 light years across and about 30,000 light years away; older determinations have given values between 64,000 ly (Shapley) and 23,000 (Mallas/Kreimer) to 24,000 ly (Glyn Jones, Kinman, Becvar); the Sky Catalogue 2000.0 had 38,000 ly. Shapley assigned it an ellipticity of 9, extended in position angle 110 deg. While its bright main body about only about 3 arc minutes in angular diameter, the cluster's outlayers reach out to a total apparent diameter of 11.7 arc min. It lacks a dense central condensation (Burnham), as its concentration class VIII indicates. Its apparent visual brightness of 7.6 visual magnitudes corresponds to an absolute magnitude of -9.12, or to a luminosity about 400,000 times that of our sun - so while, because of its greater distance, it is apparently dimmer than the two other great Ophiuchus clusters, M10 and M12, it is intrinsically much more luminous.

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em
http://messier.obspm.fr/m/m014.html




Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro



M 14 - NGC  6402 - Ophiucus - Aglomerado Estelar Globular
Ascensão Reta 17h36m     Declinação -03o.14
Magnitude visual integral 7,8       Tipo AG
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_14#mediaviewer/File:M14HunterWilson.jpg
M14HunterWilson
Hewholooks - Obra do próprio


Messier 14 (NGC 6402) é um aglomerado globular de estrelas localizado na constelação de Ofiúco. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 1764.
A uma distância de cerca de 30 000 anos-luz da Terra, o aglomerado contém várias centenas de milhares de estrelas. Com uma magnitude aparente de 7,6, o aglomerado pode ser facilmente observável de binóculosTelescópios amadores podem revelar algumas das estrelas mais brilhantes do aglomerado, de magnitude aparente 14. A cerca de 3° a sudoeste do aglomerado situa-se na abóbada celeste outro aglomerado globular mais pálido, NGC 6366.
luminosidade total do aglomerado corresponde a 400 000 vezes a do Sol, que corresponde a uma magnitude absoluta de -9,12. A forma do aglomerado apresenta-se como uma elipsoide, e mede cerca de 100 anos-luz em seu semi-eixo maior.

Messier 14
Messier 14 por um telescópio amador
Messier 14 por um telescópio amador
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
TipoVIII
Asc. reta17h 37m 36,15s1
Declinação-03° 14′ 45,3″1
Distância30 300 anos-luz (9,3 kpc)
Magnit. apar.8,321
Dimensões11',0
Características físicas
Raio50 anos-luz
Outras denominações
NGC 6402
Messier 14
Ophiuchus constellation map.png







Messier 19

Globular Cluster M19 (NGC 6273), class VIII, in Ophiuchus
[m19.jpg]
Right Ascension17 : 02.6 (h:m)
Declination-26 : 16 (deg:m)
Distance28.0 (kly)
Visual Brightness6.8 (mag) 
Apparent Dimension17.0 (arc min)

Discovered by Charles Messier in 1764.

Messier 19 (M19, NGC 6273) is the most oblate known globular cluster, being about ellipticity E3-E4. Shapley found it at ellipticity 6, corresponding E4, elongated at position angle 15 deg. He estimated that there could be counted twice as many stars along the major axis as along the minor. This deformation of the cluster from the globular shape may have to do with its proximity to the Galactic Center: While about 28,000 light years away from our Solar System, it is quite near to the Galactic Center, only about 5,200 light years away. It is located nine degrees above the galactic plane (i.e., at a galactic latitude of 9 deg North) and slightly west og the Galactic Center, as seen from Earth; it is perhaps very slightly more remote from us than the center of the Milky Way. M19 is receding from us at 146 km/sec.

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em
http://messier.obspm.fr/m/m019.html





Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro


NGC 6273 - M 19 - Aglomerado Globular Ophiucus
Ascensão Reta  17h01m      Declinação -26o.14
Magnitude fotográfica global  8,3      Diâmetro aparente  5’,3        Tipo Espectral F2
Distância kpc   6,9    Velocidade Radial (km/s)   + 102
Ascensão Reta 17h10m       Declinação -26o.14
Magnitude visual integral 6,9     Tipo AG
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Messier 19 (NGC 6273) é um aglomerado globular de estrelas localizado na constelação de Ofiúco. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 1764, que o adicionou ao seu catálogo de objetos de aparência semelhante a cometas.
Messier 19 é o mais oblato dos aglomerados globulares conhecidos. Está a uma distância de cerca de 28 000 anos-luz do Sistema Solar, e está bastante próximo ao Centro Galáctico, com apenas cerca de 5.200 anos-luz de distância.
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É um dos aglomerados globulares mais oblatos (achatados) conhecidos. Essa deformidade pode estar relacionado à proximidade do aglomerado ao centro galáctico: embora esteja a cerca de 28 000 anos-luzda Terra, está apenas a 5 200 do núcleo da Via-Láctea, ou cerca de 9° acima do núcleo galáctico naesfera celeste. Afasta-se radialmente do Sistema Solar a uma velocidade aproximada de 146 km/s.2

Messier 19
Messier 11 pelo Telescópio Espacial Hubble
Messier 11 pelo Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
TipoVII
Asc. reta17h 02m 37,69s1
Declinação-26° 16′ 04,6″1
Distância28 000 anos-luz (8,6 kpc)
Magnit. apar.7,471
Dimensões17',0
Características físicas
Raio70 anos-luz
Outras denominações
NGC 6273
Messier 19
Ophiuchus constellation map.png















Messier 62

Globular Cluster M62 (NGC 6266), class IV, in Ophiuchus
[m62.jpg]
Right Ascension17 : 01.2 (h:m)
Declination-30 : 07 (deg:m)
Distance22.5 (kly)
Visual Brightness6.5 (mag) 
Apparent Dimension15.0 (arc min)

Discovered 1771 by Charles Messier.

Messier 62 (M62, NGC 6266) is one of the most irregularly shaped globular clusters, as was first reported by Herschel. This deformation may be a result of the fact that M62 is one of the closest of Messier's globulars to the Galactic center (only about 6100 light years), so that it is deformed by tidal forces. Its central condensation is obviously displaced from the center, to the lower right in our image (SE).
From its apparent size and magnitude, M62 is very similar to its neighbor, M19. Physically, they are a bit less similar because their distances are somewhat different different: M62 is at 22,500, M19 at 28,400 light years, according to W.E. Harris' database. M62 appears at a diameter of 15 arc minutes, about half of the Full Moon, corresponding to a linear extennsion of about 100 light-years.

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em
http://messier.obspm.fr/m/m062.html


Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro


M62

Image of the M62 star cluster in infrared at 3.6 (blue), 4.5 (green) and 8.0 µm. The image has been made by myself (Médéric Boquien) from the public image archive of the Spitzer Space Telescope (courtesy NASA/JPL-Caltech).
aglomerado globular foi descoberto pelo astrônomo francês Charles Messier em 7 de junho de 1771, embora ele tenha tomado sua posição na esfera celeste apenas em 4 de junho de 1779, quando listou em seu catálogoWilliam Herschel, descobridor de Urano, foi o primeiro a resolver suas estrelas mais brilhantes.
É um dos aglomerados globulares mais irregulares que se conhece. Sua deformação, relatada primeiramente por Herschel, é o resultado das forças de maré do núcleo da Via-Láctea; o aglomerado está apenas 6 100 anos-luz do centro galáctico, um dos aglomerados globulares do catálogo Messiermais próximos da região central da Via-Láctea.
Está a uma distância de 22 500 anos-luz em relação à Terra, e seu diâmetro aparente de 15 minutos de grau, metade do diâmetro aparente da Lua Cheia, corresponde a um diâmetro real de 100 anos-luz.
Contém 89 estrelas variáveis conhecidas, a maior parte variáveis RR Lyrae. Seu núcleo é extremamente denso;possívelmente o núcleo sofreu no passado um colapso de núcleo, de modo semelhante ao encontrado nos aglomerados Messier 15Messier 30 e Messier 70. Contém vários binários de raios X, consequência da alta densidade estelar de seu núcleo; tais binários de raios-X são consequência de quase-colisões entre estrelas

Messier 62
Messier 62 pelo Telescópio Espacial Hubble.NASA/STScI/WikiSky
Messier 62 pelo Telescópio Espacial Hubble.
NASA/STScI/WikiSky
Descoberto porCharles Messier
Data1771
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
Asc. reta17h 01m 12,6s1
Declinação-30° 06′ 44,5″1
Distância22 500 anos-luz2 (6 900 pc)
Magnit. apar.7,391
Dimensões15 minutos de arco2
ClasseIV2
Características físicas
Raio502
Outras denominações
M62, NGC 6266, GCl 51.1
Messier 62
Ophiuchus constellation map.png


http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m107atlas.jpg

Messier 107

Globular Cluster M107 (NGC 6171), class X, in Ophiuchus
[m107.jpg]
Right Ascension16 : 32.5 (h:m)
Declination-13 : 03 (deg:m)
Distance20.9 (kly)
Visual Brightness7.9 (mag) 
Apparent Dimension13.0 (arc min)

Discovered by Pierre Méchain in 1782.

Messier 107 (M107, NGC 6171) is another additional object found by Pierre Méchain in April, 1782. Herewith, it is probably the Messier object which was the latest to be discovered. Eventually, Helen Sawyer Hogg added it to the Messier Catalog in 1947, together with M105 and M106, although it appears probable that already Méchain had intended to add it to a future edition of Charles Messier's list. William Herschel, who had independently discovered it on May 12, 1793,cataloged this object as H VI.40; Herschel was the first observer to resolve this globular cluster into stars.

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em
http://messier.obspm.fr/m/m107.html




Excerto da Carta Celeste Ophiucus - Mario Jaci Monteiro



M107
Messier 107 (também conhecido como M107 ou NGC 6171) é um aglomerado globular pouco denso localizado na constelação Ophiuchus. Situa-se perto do plano galácticoem uma distância de 20.000 anos-luz da Terra.3
Foi descoberto em abril de 1782 por Pierre Méchain e é provavelmente o último objeto Messier a ser descoberto. William Herschel o descobriu, de forma independente, em 12 de Maio de 1793 e finalmente, em 1947Helen Sawyer Hogg adiciona Messier 107, juntamente com M105 e M106 ao catálogo Messier.4
Messier 107
Aglomerado globular Messier 107
Aglomerado globular Messier 107
Descoberto porPierre Méchain
Data1782
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoOphiuchus
Asc. reta16h 32m 31.91s1
Declinação-13° 03′ 13.1″1
Distância20.000 anos-luz (6.4 kpc)
Magnit. apar.+8.851
Dimensões13′.0
Características físicas
Raio39.5 anos-luz2
Outras denominações
NGC 6171, GCl 441
Messier 107
Ophiuchus constellation map.png

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_107

Messier 107 foi descoberto por Pierre Méchain em Abril de 1782 e foi acrescentado à lista dos sete Objectos de Messier Adicionais que não tinham sido originariamente incluídos na versão final do catálogo, publicada no ano anterior. Em 12 de Maio de 1783, este objecto foi re-descoberto independentemente por William Herschel, que conseguiu, pela primeira vez, resolver o enxame globular em estrelas individuais. Mas foi apenas em 1947 que tomou o seu lugar no catálogo de Messier como M107, o que o tornou no mais recente enxame estelar a ser acrescentado a esta famosa lista.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=46379&op=all


The globular cluster Messier 107, also known as NGC 6171, is located about 21 000 light-years away in the constellation of Ophiuchus. Messier 107 is about 13 arcminutes across, which corresponds to about 80 light-years at its distance. As is typical of globular clusters, a population of thousands of old stars in Messier 107 is densely concentrated into a volume that is only about twenty times the distance between our Sun and its nearest stellar neighbour, Alpha Centauri, across. This image was created from exposures taken through blue, green and near-infrared filters, using the Wide Field Imager (WFI) on the MPG/ESO 2.2-metre telescope at La Silla Observatory, Chile.
Credit:
ESO/ESO Imaging Survey
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OUTROS OBJETOS CELESTES,
EM OPHIUCUS
NGC 6572 é uma nebulosa planetária na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Wilhelm Struve em 1825, usando um telescópio refrator com abertura de 9,5 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,1), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.



A dazzling planetary nebula

Credit: ESA/Hubble & NASA
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This picture of NGC 6572 shows the intricate shapes that can develop as stars exhale their last breaths. Hubble has even imaged the central white dwarf star, the origin of the dazzling nebula, but now a faint, but hot, vestige of its former glory.





NGC 6304 é um aglomerado globular na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1786, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,3), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.



NGC 6293 é um aglomerado globular na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1784, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,3), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.


Ficheiro:NGC 6293 Hubble WikiSky.jpg



NGC 6355 é um aglomerado globular na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1784, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,6), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores



NGC 6342 é um aglomerado globular na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1786, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+9,5), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.



IC 4665 is an open cluster in the constellation Ophiuchus. It was discovered by Philippe Loys de Chéseaux in 1745. The cluster began to develop less than 40 million years ago, and lies about 1,400 light years away from Earth. It is easily visible in the smallest of telescopes and also with binoculars. From a sufficiently dark place it is also visible to the naked eye.



NGC 6633 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Philippe de Cheseaux em 1745, usando um telescópio refrator com abertura de 0 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+4,6), é visível a olho nu, porém em regiões distantes de cidades


The smallest of the four featured star clusters, NGC 6633. Credit: DSS2 Survey/Wikisky - See more at: http://astrobob.areavoices.com/2009/07/16/steeped-in-summer-star-clusters/#sthash.gwKe4wBl.dpuf




NGC 6235 é um aglomerado globular na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1786, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,9), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.


Image of the cluster from the Digital Sky Survey
NGC 6284 é um aglomerado globular na direção da constelação de Ophiuchus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1784, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,9), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.


Os desenhos formados pelas estrelas
 – As Constelações - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, 
bem mais, 
entre o céu e a terra ...; 
bem como percebendo que o caos,
 vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado. 

 Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward