sábado, 15 de abril de 2017

A Maravilhosa Espada de Orion, o Gigante Caçador



Olá!


Eu penso que as famosas Três Marias, o Cinturão de Orion,
são conhecidas por todos nós, sempre,
e facilmente visualizadas nos céus estrelados, não é verdade?

No entanto, o Cinturão de Orion possui uma serventia:
O Caçador Gigante precisa de um facão, ou uma faca, 
ou uma espada, algo assim,
e a Espada de Orion é uma imagem absolutamente magnífica
de ser visualizada!

Porém, para que possamos efetivamente realizar essa observação,
essa visualização da famosa Espada de Orion,
é preciso que estejamos em um lugar de céus escuros e transparentes
e em momento de ausência de Lua, certamente!

Eu pessoalmente me sinto bem feliz e realizada
por morar em um lugar rural e sob um céu satisfatório
(apesar de as luzes das cidades mais próximas avançarem
 e se aproximarem, infelizmente)
e poder contemplar essas maravilhas
 que os céus estrelados nos oferecem
em visualização a olho nú.

Em termos da Espada de Orion, Caro Leitor,
mesmo em lugares de céus muito iluminados,
penso que você poderá usar seu par de binóculos simpáticos
e buscar visualizar a belíssima, a magnífica Espada de Orion, sim!

Você estará diante dos famosos Objetos Messier 42 e 43!
Quer dizer, você estará observando
a fantástica Nebulosa de Orion!

Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium


Mario Jaci Monteiro - As 88 Constelações, Cartas Celestes







Posicionamento:
Ascensão Reta  4h41m / 6h23m    Declinação -11o.0 / +23o.0


Mito:
O Gigante Orion foi criado por Júpiter, Mercúrio e Mercúrio, a pedido de Hireus.  Ele foi cego por Enopin e Baco por sua forma de tratar a filha do primeiro, porém recuperou sua visão através a exposição de seus olhos ao sol nascente.  E porque ele dizia que podia eliminar qualquer animal desse mundo, o Escorpião lhe picou e Orion morreu.



Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:


Esta é uma constelação muito interessante e a linha do Equador celestial passa por ela exatamente em sua estrela Mintaka, Delta Orionis, que faz parte do famoso Cinturão de Orion, mais popularmente conhecido como As Três Marias.



Acessando
você encontrará Informações bem interessantes sobre o significado da nomeação ORION, suas principais Estrelas e excertos do texto de Richard H. Allen contando a História desta Constelação.





Fronteiras:


Orion encontra-se situado entre as constelações Monoceros, Gemini, Taurus, Eridanus e Lepus.







ORION, O GIGANTE CAÇADOR




Mario Jaci Monteiro - Constelações, Cartas Celestes -
excerto de Orion



Existe um Asterismo denominado de A Espada de Orion, 
composto pelas estrelas Teta e Iota Orionis.

Neste Asterismo, 
estaremos encontrando 
os Objetos Messier
M42 e M43.


Algjebbah - Eta Orionis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 5h22m  Declinação +2o.26
Magnitude visual 3,7 e 5,1 Distância entre estrelas 37”,95
A Espada do Gigante, nome árabe.


Theta Orionis - O Trapézio - Estrelas Duplas
Ascensão Reta 05h32m  Declinação - 05o.25
Distância entre estrelas: 8”,922 - 12”,98 - 21”71
Magnitudes: 6,9 e 6,0 - 6,9 e 5,4 - 6,9 e 6,8


Iota Orionis - Estrela Dupla
AR 05h33m  Dec - 5o.25
Magnitude visual 2,9 e Distância entre estrelas 74 11”,41


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
Excerto de Orion



Eta Orionis (η Ori / η Orionis) é uma estrela variável Beta Cephei na constelação de Orion.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eta_Orionis




http://en.wikipedia.org/wiki/Trapezium_Cluster#mediaviewer/File:Trapezium_cluster_optical_and_infrared_comparison.jpg
Trapezium in optical (left) and infrared light (right) from HubbleNASA photo.


The Trapezium or Orion Trapezium Cluster, also known by its Bayer designation of Theta1 Orionis, is a tight open cluster of stars in the heart of the Orion Nebula, in theconstellation of Orion. It was discovered by Galileo Galilei. On February 4, 1617 he sketched three of the stars (A, C, D), but missed the surrounding nebulosity.[1][2][3] The fourth component (B) was identified by several observers in 1673, and several more components were discovered later, for a total of eight by 1888. Subsequently several of the stars were determined to be binaries. Telescopes of amateur astronomers from about 5 inch aperture can resolve six stars under good seeing conditions.[4]
The Trapezium is a relatively young cluster that has formed directly out of the parent nebula. The five brightest stars are on the order of 15-30 solar masses in size. They are within a diameter of 1.5 light-years of each other and are responsible for much of the illumination of the surrounding nebula. The Trapezium may be a sub-component of the larger Orion Nebula Cluster, a grouping of about 2,000 stars within a diameter of 20 light-years.
http://en.wikipedia.org/wiki/Trapezium_Cluster
Trapezium

Observation data (J2000 epoch)
ConstellationOrion
Right ascension05h 35.4m
Declination−05° 27′
Distance1.6 kly (490 pc)
Apparent magnitude (V)4.0
Apparent dimensions (V)47 (seconds of arc)
Physical characteristics
MassM
Radius10 ly
Estimated age3 × 105 years


Theta1 Orionis C (θ1 Orionis C) is a member of the Trapezium open cluster that lies within the Orion Nebula. The star C is the most massive of the four bright stars at the heart of the cluster. It is an O class blue main sequence star and has the highest surface temperature of any star visible to the naked eye; it is one of the most luminous stars known, with an estimated absolute magnitude in visible wavelengths of about −3.2. Its high luminosity and large distance (about 1,500 light years) give it an apparent visible magnitude of 5.1.
This star is responsible for generating most of the ultraviolet light that is slowly ionizing (and perhaps photoevaporating) the Orion Nebula. This UV light is also the primary cause of the glow that illuminates the Orion Nebula. The star emits a powerful stellar wind that is a hundred thousand times stronger than the Sun's, and the outpouring gas moves at 1,000 km/s.
Infrared observations of Theta1 Orionis C have shown that it is actually a close binary system. It also displays optical variability and is a variable X-ray source. Separate components of the system were resolved in visible light in August of 2013 with an adaptive optics system installed to the Magellan II telescope[1]
It is expected that this star will expand into a red supergiant and end its life as a supernova within a few million years from now.
http://en.wikipedia.org/wiki/Theta1_Orionis_C

http://en.wikipedia.org/wiki/Theta1_Orionis_C#mediaviewer/File:TrapeziumStars.jpg


Theta2 Oriontis (43 Oriontis) é uma estrela na direção da constelação de Orion. Possui uma ascensão reta de 05h 35m 22.90s e uma declinação de −05° 24′ 57.8″. Sua magnitude aparente é igual a 4.98. Considerando sua distância de 1895 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −3.84. Pertence à classe espectral O9.5Vpe.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Theta2_Orionis




Hatysa (ι Ori / ι Orionis / 44 Orionis) é uma estrela da constelação de Orion, a oitava mais brilhante da constelação e a mais brilhante das que formam a espada deOrion, com magnitude aparente +2,75. A estrela também é conhecida pelo nome árabe Na'ir al Saif, que significa precisamente "A brilhante da espada".
Situada a uma distância aproximada de 1300 anos luz, embora possa ser até 2000 anos luz, Hatysa é uma gigante azul do tipo espectral O9III muito quente. Com uma temperatura efectiva de 31.500 K, é mais de 25.000 K mais quente que o Sol.
Hatysa é uma binária espectroscópica. Junto com a gigante azul, com um período orbital de apenas 29 dias, move-se uma estrela branco-azulada do tipo B1 numaórbita muito excêntrica que faz com que a separação entre as duas estrelas oscile entre 0,11 e 0,8 UA. A grande excentricidade do sistema pode explicar-se com base em duas estrelas fugitivas do tipo espectral quase idêntico, AE Aurigae e μ Columbae. O cálculo das trajectórias das estrelas sugere que há 2,5 milhões de anos, um encontro próximo entre dois sistemas binários resultou na expulsão a grande velocidade de duas das estrelas -AE Aurigae e μ Columbae- enquanto que as outras duas conseguiram permanecer unidas numa órbita muito excêntrica.
Outras duas estrelas mais afastadas, a 50 e 11 segundos de arco, completam o sistema estelar de Hatysa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hatysa




Skyatlas PNG Image

http://www.nightskyatlas.com/viewer.jsp?rightAscension=5.5883&declination=-5.39&viewAngle=20.0



Messier 42

Starforming Nebula M42 (NGC 1976), an emission and reflection nebula, with Open Star Cluster, in Orion

Orion Nebula


[m42.jpg]
Right Ascension05 : 35.4 (h:m)
Declination-05 : 27 (deg:m)
Distance1.3 (kly)
Visual Brightness4.0 (mag) 
Apparent Dimension85x60 (arc min)

Nebula possibly discovered 1610 by Nicholas-Claude Fabri de Peiresc.

Independently found by Johann Baptist Cysatus in 1611.

Trapezium cluster found as multiple star by Galileo Galilei in 1617.

The Orion Nebula Messier 42 (M42, NGC 1976) is the brightest starforming, and the brightest diffuse nebula in the sky, and also one of the brightest deepsky objects at all. Shining with the brightness of a star of 4th magnitude, it visible to the naked eye under moderately good conditions, and rewarding in telescopes of every size, from the smallest glasses to the greatest Earth-bound observatories as well as outer-space observatories like the Hubble Space Telescope. It is also a big object in the sky, extending to over 1 degree in diameter, thus covering more than four times the area of the Full Moon.

As it is so well visible to the naked eye, one may wonder why its nebulous nature was apparently not documented before the invention of the telescope. Only some Central American, Mayan folk tales may be interpreted in a way suggesting that these native Americans may have known of this nebulous object in the sky (O'Dell 2003, p. 3). However, the brightest stars within the nebula were noted early and cataloged as one bright star of about fifth magnitude: In about 130 AD, Ptolemyincluded it in his catalog, as did Tycho Brahe in the late 16th century, and Johann Bayer in 1603 - the latter cataloging it as Theta Orion in his Uranometria. In 1610, Galileo detected a number of faint stars when first looking at this region with his telescope, but didn't note the nebula. Some years later, on February 4, 1617, Galileo took a closer look at the main star, Theta1, and found it to be triple, at his magnification of 27 or 28x, again not perceiving the nebula.

The Orion Nebula was probably discovered in late 1610, when Nicholas-Claude Fabri de Peiresc (1580-1637), a French lawyer, turned his telescope to this region of the sky, and reported of a cloudy nebulosity. This sighting, however, was not published, but only reported in Peiresc's personal documents and brought up only by Bigourdan (1916). It was independently found in 1611 by the Jesuit astronomer Johann Baptist Cysatus (1588-1657) of Lucerne who compared it to a comet he had observed in the year 1618 (Cysat 1619). This work also did not get widely known, and opnly turned up by Rudolf Wolf in 1854 (Wolf 1854). The first known drawing of the Orion nebula was created by Giovanni Batista Hodierna, who included three stars; these are probably Theta1 as well as Theta2A and Theta2B. All these discoveries apparently got lost for some time, so that eventually Christian Huygens was longly credited for his independent rediscovery in 1656, e.g. byEdmond Halley who included it in his list of six "nebulae" (Halley 1716), by Jean-Jacques d'Ortous de Mairan in his nebulae descriptions, by Philippe Loys de Chéseaux in his list, by Guillaume Legentil in his review, and by Charles Messierwhen he added it to his catalog on March 4, 1769.

It is somewhat unusual that the Orion Nebula has found its way into Messier's list, together with the bright star clusters Praesepe M44 and the Pleiades M45; Charles Messier usually only included fainter objects which could be easily taken for comets. But in this one night of March 4, 1769, he determined the positions of these wellknown objects, (to say it with Owen Gingerich) `evidently adding these as "frosting" to bring the list to 45', for its first publication in the Memoires de l'Academie for 1771 (published 1774). One may speculate why he prefered a list of 45 entries over one with 41; a possible reason may be that he wanted to beat Lacaille's 1755 catalog of southern objects, which had 42 entries. Messier measured an extra position for a smaller northeastern portion, reported by Jean-Jacques d'Ortous de Mairan previously in 1731 as a separate nebula, which therefore since has the extra Messier number: M43.

As the drawings of the Orion Nebula known to him did so poorly represent Messier's impression, he created a fine drawing of this Object, in order to "help to recognize it again, provided that it is not subject to change with time" (as Messier states in the introduction to his catalog).

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http://messier.obspm.fr/m/m042.html



 http://www.stellarium.org/pt/
http://www.stellarium.org/pt/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_de_%C3%93rion#mediaviewer/File:Different_Slant_on_Orion_(495636660).jpg
Different Slant on Orion 
Steve Black from Las Vegas, NV, USA - Different Slant on Orion




NGC 1976 - M42   -  Orion - Nebulosa de Emissão HII Orion
Ascensão Reta  05h43m          Declinação -05o.25
Tipo Nebulosa Planetária HII        Dimensão 30,0        Magnitude 18
Magnitude da Estrela associada    4        Distância em anos-luz  1,5

A Grande Nebulosa em Orion, também conhecida como M42, 
é uma das mais famosas nebulosas no céu. 
 As nuvens de gás e as jovens e quentes estrelas na região formadora de estrelas
 são vicinais à Nebulosa M43, bem menor, e à Nebulosa NGC 1997 e suas amigas, 
bem como um complexo de nuvens gigantes moleculares invisíveis... 
e tudo isso representando uma pequena fração 
desta vizinhança galáctica riquíssima em material interestelar. 
 Dentro desse berçário estelar bem-estudado, 
os astrônomos também identificaram
 aquilo que parecem ser numerosos sistemas planetários ainda infantes. 
 Esse glorioso cenário espraia-se por quase dois graus 
ou cerca de 45 anos-luz na Nebulosa de Orion 
 - cuja distância é estimada em 1.500 anos-luz.




NGC 1976 - M 42  - Aglomerado Aberto Trapézio - Órion
Ascensão Reta 05h34m   Declinação - 05o.24
Magnitude fotográfica global 2,5    Distância kpc 0,41
Diâmetro 50’   Tipo Espectral O5
A Grande Nebulosa da Espada de Órion.

A Grande Nebulosa na Espada de Orion. 
Uma das mais extensas nebulosas de nossa Galáxia, 
depois da nebulosa de Eta Carinae.  
Situa-se no punhal de Órion e pode ser vista a olho nú,
 bem melhor através um par de binóculos 
e melhor ainda através o telescópio.  
Ao centro, destaca-se o grupo de estrelas 
denominado de Eta de Órion, o Trapézio de Órion.




6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Theta1 Orionis: 

The Trapezium Cluster in the Orion Nebula M42

Open Cluster Trapezium Cluster, in the Orion Nebula M42 (NGC 1976), in Orion
[M42 detail, AAT 29]
Right Ascension05 : 35.4 (h:m)
Declination-05 : 27 (deg:m)
Distance1.6 (kly)
Visual Brightness4.0 (mag) 
Apparent Dimension47 (arc min)








Discovered by Galileo Galilei in 1617.

The first recorded observation of a multiple star character of Theta1 Orionis, the bright stellar object in the Orion Nebula (M42), occurred on February 4, 1617, when it was observed and recorded as triple by Galileo Galilei (Galileo 1617Fedele 1949Ondra 1999Mosher 2005), who did, however, not recognize the Orion Nebula due to unknown reasons.

With Galileo's observation generally unrecognized, Theta1 Orionis independently revealed as triple star and described by Christiaan Huygens in 1656 (Huygens 1659). The fourth component, Theta1 Orionis B, was found by Abbe Jean Picard in 1673 to complete the "Trapezium." The fourth Trapezium star was independently recovered by Christiaan Huygens in 1684.

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Theta Orionis, The Trapezium

This is the Trapezium, Theta Orionis

Theta Orionis is probably the most famous multiple star system in the entire sky.
Ten of its members can be seen here. There are many more hidden in the dust of the Orion Nebula, which is a factory for star birth.
This is a composite of just 81 seconds of total exposure with 5 x 10 seconds at ISO 1600, 2 x 10 seconds at ISO 400, 1 x 1 second at ISO 400, and 2 x 5 seconds at ISO 400 combined via layer masks in Photoshop into a high-dynamic range image.
http://www.astropix.com/wp/2012/01/




See Explanation.  Clicking on the picture will download
the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap110917.html

Spitzer's Orion 
Credit: NASAJPL-Caltech, T. Megeath (Univ. Toledo, Ohio)

Spitzer's Orion 
Credit: NASAJPL-Caltech, T. Megeath (Univ. Toledo, Ohio)
Explanation: Few cosmic vistas excite the imagination like the Orion Nebula, an immense stellar nursery some 1,500 light-years away. This stunning false-color view spans about 40 light-years across the region, constructed using infrared datafrom the Spitzer Space Telescope. Compared to its visual wavelength appearance, the brightest portion of the nebula is likewise centered on Orion's young, massive, hot stars, known as the Trapezium Cluster. But the infrared image also detects the nebula's many protostars, still in the process of formation, seen here in red hues. In fact, red spots along the dark dusty filament to the left of the bright cluster include the protostar cataloged as HOPS 68, recently found to have crystals of the silicate mineral olivine within its protostellar envelope.








Extraído de As Constelações, Cartas Celestes - ORION - Mario Jaci Monteiro



nebulosa de Órion ou nebulosa de Orião, também descrita como M42 ou NGC 1976, de acordo com a nomenclatura astronômica, é uma nebulosa difusa que se encontra entre 1500 e 1800 anos-luz do Sistema Solar, e situada a sul do Cinto de Órion.1 . Foi descoberta por Nicolas-Claude Fabri de Peiresc em 1610 (anteriormente havia sido classificada como estrela - Theta Orionis). Existem muitas outras (fracas) nebulosas ao redor da nebulosa Orion e existem muitas formações de estrelas na região. A nebulosa Orion é, provavelmente, a nebulosa mais ativamente estudada do céu. O seu nome provém da sua localização na constelação Orion. Possui 25 anos-luz de diâmetro, umadensidade de 600 átomos/cm³ e temperatura de 70 K. Trata-se de uma região de formação estelar: em seu interior as estrelas estão nascendo e começando a brilhar constantemente. Há uma enorme concentração de poeira estelar e de gases nessa região, o que sugere a existência de água, pela junção de hidrogênio e oxigênio.
É uma das nebulosas mais brilhantes, e pode ser observada a simples vista sobre o céu noturno. Fica a 1.270±76 anos-luz da Terra,2 e possui um diâmetro aproximado de 24 anos-luz. Os textos mais antigos denominam-na Ensis, palavra latina que significa "espada", nome que também recebe a estrela Eta Orionis, que desde a Terra se vê muito próxima à nebulosa.3
A nebulosa de Órion é um dos objetos astronômicos mais fotografados, examinados, e investigados.4 Dela obteve-se informação determinante a respeito da formação de estrelas e planetas a partir de nuvens de poeira e gás em colisão. Os astrônomos observaram nas suas entranhas discos protoplanetáriosanãs castanhas, fortes turbulências no movimento de partículas de gás e efeitos fotoionizantes perto de estrelas muito massivas próximas à nebulosa.
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Nebulosa de Órion
{{{legenda}}}
Nebulosa de Órion
Descoberto porNicolas-Claude Peiresc
Data1610
Dados observacionais (J2000)
Tiponebulosa de emissão
ConstelaçãoOrion
Asc. reta05h 32m 49s
Declinação-05° 25′
Magnit. apar.4,0
Distânciamédia de 1 600 anos-luz
Dimensões85,0 × 60,0 minutos de arco
Outras denominações
Messier 42, NGC 1976
Nebulosa de Órion
Orion constellation map.png






Desenho da nebulosa de Órion realizado por Messier em 1771, 
publicado no seu trabalho Mémoires de l'Académie Royale 


M42
Charles Messier



....................  e Charles Messier, que apercebeu-se da sua existência em 4 de março de 1769, observando também três das estrelas do cúmulo do Trapézio, embora a descoberta destas três estrelas seja atribuída a Galileu em 1617, apesar de não poder observar a nebulosa (possivelmente devido ao limitado campo de visão do seu primitivo telescópio). Charles Messier publicou a primeira edição do seu catálogo de objetos astronômicos em 1774.13 A nebulosa de Órion foi designada neste catálogo como M42, por ser o objeto número 42 de tal lista em ser descoberto.



http://cseligman.com/text/atlas/ngc19a.htm#1976
M42 (= NGC 1976) -- The Orion Nebula
Discovered (Nov 24, 1610) by Nicolas Peiresc
Earliest known drawing (sometime before 1654) by Giovanni Hodierna (list I, #5)
Recorded (Mar 4, 1769) by Messier
A 4th-magnitude emission nebula (and star cluster) in Orion (RA 05 35 17, Dec -05 23 25)
Click on the image (below) or the NGC link (above) for more information
(Image credits: NASA, ESA, M. Robberto (STScI/ESA) and The Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team)

http://cseligman.com/text/atlas/ngc19a.htm#1976
M43 (= 
NGC 1982)
Discovered (1731) by Jean-Jacques Mairan (Recorded by Messier in 1769)
A 7th-magnitude emission nebula in Orion (RA 05 35 31, Dec -05 16 03)
A portion of the Orion nebula (see M42, above) separated from the main portion by a dark lane.
Click on the image (below) or the NGC link (above) for more information
(Image credits: NASA, ESA, M. Robberto (STScI/ESA) and The Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team)


Messier 43

Starforming Nebula M43 (NGC 1982)
an emission and reflection nebula, with Open Star Cluster, in Orion

De Mairan's Nebula, Companion of the Orion Nebula


[m43.jpg]
Right Ascension05 : 35.6 (h:m)
Declination-05 : 16 (deg:m)
Distance1.3 (kly)
Visual Brightness9.0 (mag) 
Apparent Dimension20x15 (arc min)







Discovered before 1731 by Jean-Jacques Dortous de Mairan.

Messier 43 (M43, NGC 1982) is the companion of the Great Orion Nebula, M42. It is separated from the great nebula by an impressive, turbulent dark lane, and is lying 7 arcmin north of the Trapezium Cluster.

M43 was first reported by de Mairan in 1731 as a "brilliance surrounding a star" which he thought was "very similar to the atmosphere of our Sun, if it were dense enough and extensive enough to be visible in telescopes at a similar distance" (De Mairan 1733). Charles Messier included in his fine drawing of the Orion Nebula, and assigned it an extra catalog number, M43, on March 4, 1769. 

Moreover, William Herschel took it into his list with the number H III.1, although normally he careful avoided to assign his numbers to Messier Objects. In his 1811 paper, Herschel states to have observed it as early as March 4, 1774, and cataloged it on November 3, 1783. M43 shows up on the first deep photograph of the Orion Nebula, taken on March 14, 1882 by Henry Draper.

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Messier 43, a star-forming region in Orion
NGC 1982, De Mairan's Nebula
Image Credit: NASA, ESA, M. Robberto (Space Telescope Science Institute/ESA) and the Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team.
Messier 43 (also known as NGC 1982 or De Mairan’s Nebula, after its discoverer Jean-Jacques Dortous de Mairan) is a star-forming (H II) region of some 3 light-years across that lies about 1,600 light-years away from Earth in the Orion Arm of our Milky Way galaxy, in the constellation of Orion (the Hunter).






Messier 43 (também conhecido como M43Nebulosa De Mairan, e NGC 1982) é uma região HII na constelação de Orion. Foi descoberto por Jean-Jacques De Mairan Dortous antes de 1731 . De Mairan da nebulosa é parte da nebulosa de Orion , separada da nebulosa principal por uma faixa de poeira . É parte do maior complexo da Nuvem Molecular de Orion.

........................................
nebulosa foi registrada pela primeira vez por Jean-Jacques d'Ortous de Mairan em 1731, descrita por ele como um "brilho envolvendo uma estrela" e que era "muito semelhante à atmosfera Solar, se fosse suficientemente densa e extensa para ser visível em telescópios a uma distância semelhante." O astrônomo francês Charles Messierincluiu-o em um desenho da nebulosa de Órion e também o incluiu em seu catálogo como sua entrada número 43 (M43) em 4 de março de 1769.

Messier 43
{{{legenda}}}
Messier 43
Descoberto porJean-Jacques d'Ortous de Mairan
Data1731
Dados observacionais (J2000)
TipoRegião HII
ConstelaçãoOrion
Asc. reta05h 35,6m
Declinação-05° 16′
Magnit. apar.9,0
Magnit. absol. ?
Distância1 600 anos-luz
Dimensões20′x15′ minutos de arco
Outras denominações
M43, NGC 1982, Nebulosa De Mairan
Messier 43
Orion constellation map.png


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_43



The Orion Nebula


Thousands of stars are forming in the cloud of gas and dust known as the Orion nebula. More than 3,000 stars of various sizes appear in this image. Some of them have never been seen in visible light.
Credit: NASA,ESA, M. Robberto (Space Telescope Science Institute/ESA) and the Hubble Space
Telescope Orion Treasury Project Team





Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...,
 bem como percebendo que o caos,
 vagarosamente,
vai se tornando Cosmos 
e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita 
quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


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DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
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