sábado, 1 de abril de 2017

Lua apontando para Capella, estrela-alpha Aurigae, um farol ao norte


Olá!

A Lua vem crescendo e iluminando
um tantinho mais a cada noite.

Selene vem encerrando 
sua passagem de cerca de três dias
ao longo da imensa constelação Taurus, o Touro.

Ao norte do Touro, 
Caro Leitor,
você poderá observar
que existe uma bela e chamativa estrela
que sempre atrai nossa atenção
- como se fosse um farol bem iluminado e claro
piscando a partir de um lugar bem ao norte,
 bem ao norte:

é Capella, estrela-alpha Aurigae!

Se tomarmos como referências
as estrelas Aldebaran, alpha Tauri,
Castor e Pollux, alpha e beta Gemini,
e Capella, alpha Aurigae,
estaremos encontrando,
no miolo entre estas estrelas,
os três Objetos Messier
- M36, M37 e M38 -,
que podem ser observados 
a partir da direção da constelação Auriga, o Cocheiro.

Nesta Postagem,
Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre Auriga, 
o Cocheiro,
e sua estrela-alpha Capella,
 a majestosa cabra,
e ainda outras de suas estrelas mais tímidas
bem como os Objetos Messier
acima comentados.

Com um abraço estrelado,


Janine Milward


Stellarium

Stellarium





Caro Leitor,
na Ilustração abaixo,
 podemos perceber uma região, um braço da Via Lactea
caminhando desde o sudeste voltado bem ao sul
e correndo em direção ao noroeste voltado bem ao norte...
- ou vice-versa... -,
e corremos o risco de nos perder
dentre estrelas esfumaçadas, esbranquiçadas, leitosas,
e estrelas ainda apresentando-se inteirinhas,
algumas mais tímidas
e outras mais proeminentes,
algumas estrelas-alpha
e outras, nem tanto...,
todo o cenário nos envolvendo, nos acolhendo em suas luzes,
em seus mitos
- Centauro, Cruz, Navio, Cães e Lebre e Unicórnio,
Gigante Caçador, Touro, Gêmeos,
Cocheiro, Herói, Donzela Acorrentada...

Se tomarmos como referências
as estrelas Aldebaran, alpha Tauri,
Castor e Pollux, alpha e beta Gemini,
e Capella, alpha Aurigae,
estaremos encontrando,
no miolo entre estas estrelas,
os três Objetos Messier
- M36, M37 e M38 -,
que podem ser observados 
a partir da direção da constelação Auriga, o Cocheiro.




Stellarium





http://apod.nasa.gov/apod/ap091205.html
Himalayan Skyscape 
Credit & CopyrightBabak Tafreshi (TWAN)
Explanation: Capella, alpha star of the constellation Auriga, rises over Mt. Everest in this panoramic view of the top of the world at night. The scene was recorded in late November near Namche Bazar, Nepal, gateway to the Himalayan mountain range. Moonlight illuminates the famous peaks of Everest (8840 meters) and Lhotse (8516 meters) at the far left, and a stupa (a Buddhist religious monument) in the foreground, along the main trail to the Everest Base Camp. The light in the valley is from the Tengboche Monastery, also along the trail at about 4000 meters. From left to right above the moonlit peaks, the stars of Auriga give way to bright giant star Aldebaran eye of the Taurus the Bull, the Pleiades star cluster, alpha Ceti, and finally alpha Phoenicis of the Phoenix. Peaks and stars can be identified by placing your cursor over the image.



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes


http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania07.jpg




AURIGA, O COCHEIRO


Mito:
Auriga representa Erichtonius, filho de Vulcano, 
e foi o primeiro a construir uma carroça ou charrete, 
desenhada para quatro cavalos, 
e que ele usou para esconder seus pés muitíssimo deformados. 
 Dentro dessa constelação existem também a cabra e seus filhotes
 - para comemorar a cabra que aleitou Júpiter
juntamente com seus rebentos.

Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
 Auriga é representado por um homem barbado carregando uma cabra.  
Os Assírios viam esta constelação como uma carroça; 
os Gregos a viam como um homem cavalgando um cavalo.

Fronteiras:
A constelação Auriga faz fronteira com Gemini, Lyinx, 
Camelopardalis, Perseus e Taurus


Algumas Estrelas, em Cocheiro:



http://stars.astro.illinois.edu/sow/aur-t.html



Existe um Asterismo nomeado de Kids, Crianças
composto pelas estrelas Epsilon, Zeta e Eta Aurigae.

Excerto de Cocheiro, Auriga -  Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




http://www.atlasoftheuniverse.com/50lys.html     This website belongs to Richard Powell

The star Capella is revealed as a pair of yellow giant stars in close contact with each other in this high-resolution image from the Cambridge Optical Aperture Synthesis Telescope. The orbital period of the two stars is 104 days.

A estrela Capella é revelada como um par de estrelas gigantes-amarelas em contato próximo uma à outra - nesta imagem de alta-resolução realizada por Cambridge Optical Aperture Synthesis Telescope.  O período orbital das duas estrelas é de 104 dias.
 (tradução literal de Janine)



Capella.  Alpha Aurigae. Estrela Dupla
  Ascensão Reta 05h15,2m - Declinação +45o 59’
Magnitude visual 0,21 - Distância 45 anos-luz

A sexta estrela mais brilhante dos céus. 
Uma estrela branca 
situada no corpo da Cabra nos braços de Auriga.  
Capella significa jovem cabra. 

Algumas vezes, 
esta estrela é chamada de Amalthea, a cabra, 
em honra ao seu aleitamento ao jovem Júpiter.

Suas componentes possuem 4.3 e 3.3 massas solares 
e um período de 104 dias.
.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Parmeniscus diz-nos que um certo Melisseus era rei de Creta quando Zeus foi entregue aos cuidados das suas filhas. Estas, não tendo leite com que o amamentar, deixaram-no ao cuidado de uma cabra, Amalteia de seu nome, que, diz-se, o criou. Amalteia frequentemente paria duas pequenas crias, incluindo na altura em que Zeus ficou ao seu cuidado. E assim, pela bondade da mãe (Amalteia), as crias foram também colocadas no firmamento entre as constelações. Diz-se que foi Cleostratus de Tenedos que identificou pela primeira vez estas crias entre as estrelas.




Capella
The star Capella is revealed as a pair of yellow giant stars in close contact with each other in this high-resolution image from the Cambridge Optical Aperture Synthesis Telescope. The orbital period of the two stars is 104 days.

Alpha Aurigae, também denominada Capella ou 13 Aurigae, é a estrela mais brilhante da constelação de Auriga e a sexta mais brilhante do céu. Seu nome advém do latimcapella que significa "cabra". Capella é uma gigante amarela com dimensões maiores que o Sol e com um espectro semelhante a este. Encontra-se a 44,6794 a.l. do Sol.
É na verdade uma estrela quádrupla. Sua condição de estrela dupla foi reconhecida primeiro através de espectrógrafo e medida posteriormente em 1919 com uminterferómetro; a separação dos componentes não supera os 0"05 e o período de revolução é de 104 dias.1 Estão separadas aproximadamente por 120 milhões de km e têm duas companheiras acopladas entre si, separadas visualmente, cuja distância alcança os 12' de arco. São duas anãs vermelhas de pouca intensidade (magnitude 10 e 12). O modelo de Capella pode assemelhar-se a duas esferas de 35 e 20 centímetros de diâmetro, separadas por 3 metros e acompanhadas de duas outras esferas de 2 centímetros a 120 metros uma da outra e separadas 40 km do par principal.
O par binário mais brilhante de Capella consiste de duas estrelas gigantes da classe G. A estrela primária tem uma temperatura de superfície de aproximadamente 4.900 K, um raio 12 vezes o raio solarmassa de aproximadamente 2,7 a massa do Sol e luminosidade medida em todos os comprimentos de onda de aproximadamente 79 vezes a do Sol. A estrela secundária tem temperatura de superfície de aproximadamente 5.700 K, raio de 9 vezes o raio solar, massa de 2,6 vezes a massa do Sol e sua luminosidade, também medida em todo o espectro, é cerca de 78 vezes a do Sol.



auriga_hevelius


α, 0.3, white.
This has been known as Capella, the Little She-goat, since at least the times of Manilius, Ovid, and Pliny [XVIII.248], all of whom followed theΚινῆσαι Χειμῶνας of Aratos in terming it a Signum pluviale like its companions the Haedi, thus confirming its stormy character throughout classical days. Holland translated Pliny's words the rainy Goat-starre; Pliny and Manilius treated it as a constellation by itself, also calling itCapra, Caper, Hircus, and by other hircine titles.

Our word is the diminutive of Capra, sometimes turned into Crepa, and more definitely given as Olenia, Olenie, Capra Olenie, and theOlenium Astrum of Ovid's Heroides. In the present day it is Cabrilla with the Spaniards, and Chèvre with the French.

Amalthea came from the name of the Cretan goat, the nurse of Jupiter and mother of the Haedi, which she put aside to accommodate her foster-child, and for which Manilius wrote:
The Nursing Goat's repaid with Heaven.
From this came the occasional Jovis Nutrix.

p87But, according to an earlier version, the nurse was the nymph Amalthea, who, with her sister Melissa, fed the infant god with goat's milk and honey on Mount Ida, the nymph Aigē being sometimes substituted for one or both of the foregoing; or Adrasta, with her sister Ida, all daughters of the Cretan king Melisseus. Others said that the star represented the Goat's horn broken off in play by the infant Jove and transferred to the heavens as Cornu copiae, the Horn of Plenty, a title recalled by the modern Lithuanian Food-bearer. In this connection, it was Ἀμαλθείας κέρας, also brought absurdly enough into the Septuagint as a translation of the words Keren-happuch, the Paint-horn, or the Horn of Antimony, of theBook of Job xlii.14, — the Cornus tibii of the Vulgate

Ptolemy's Ἄιξ probably became the Arabo-Greek Ἀιοὺκ of the Graeco-Persian Chrysococca's book, and the Ayyū, Alhajoc, Alhajoth, Alathod, Alkatod, Alatudo, Atud, etc., which it shared with the constellation; but Ideler thoughtʽAyyū an indigenous term of the Arabs for this star, Assemani's Alchaela may have come from Capella. The Tyrians called it ʽIyūthā, applied also to Aldebaran and perhaps also to other stars; but the Rabbis adopted the Arabic ʽAyyū as a title for their heavenly Goat, although they greatly disagreed as to its location, placing it variously in Auriga, Taurus, Aries, and Orion. The "armborne she goat," however, of Aratos, derived from the priests of Zeus, would seem to fix it positively where we now recognize it. Hyde devoted three pages of learned criticism to this important (!) subject, but insisted that the Arabic and Hebrew word ʽĀsh designated this star.

With ζ and η, the Kids, it formed the group that Kazwini knew as Al ʽInāz, the Goats, but others as Al ʽAnz, in the singular.

The early Arabs called it Al Rākib, the Driver; for, lying far to the north, it was prominent in the evening sky before other stars became visible, and so apparently watching over them; and the synonymous Al Hāī of the Pleiades, as, on the parallel of Arabia, it rose with that cluster. Wetzstein, the biblical critic often quoted by Delitzsch, explains this last term as "the singer riding before the procession, who cheers the camels by the sound of the hadwa, and thereby urges them on," the Pleiades here beginning regarded as a troop of camels. An early Arab poet alluded to this Hāī as overseer of the Meisir game, sitting behind the players, the other stars.

Bayer's Ophiultus now seems unintelligible.

Capella's place on the Denderah zodiac is occupied by a mummied cat in the outstretched hand of a male figure crowned with feathers; while, always an important star in the temple worship of the gate the Egyptian god Ptah, the Opener, it is supposed to have borne the name of that divinity and probably was observed at its setting 1700 B.C. from his temple, the p88noted edifice at Karnak near Thebes, the No Amon of the books of the prophets Jeremiah and Nahum. Another recently discovered sanctuary of Ptah at Memphis as was oriented to it about 5200 B.C. Lockyer thinks that at least five temples were oriented to its setting.

It served, too, the same purpose for worship in Greece, where it may have been the orientation point of a temple at Eleusis to the goddess Diana Propyla; and of another at Athens.

In India it also was sacred as Brahma Ridaya, the Heart of Brahma; and Hewitt considers Capella, or Arcturus, the Āryaman, or Airyaman, of theRig Veda.
The Chinese had an asterism here, formed by Capella with β, θ, κ, and γ, which they called Woo Chay, the Five Chariots — a singular resemblance in title to our Charioteer; although Edkins say that this should be the Chariots of the Five Emperors.

The Akkadian Dil‑gan I‑ku, the Messenger of Light, or Dil‑gan Babili, the Patron star of Babylon, is thought to have been Capella, known in Assyria as I‑ku, the Leader, i.e. of the year; for, according to Sayce, in Akkadian times the commencement of the year was determined by the position of this star in relation to the moon at the vernal equinox. This was previous to 1730 B.C., when, during the preceding 2150 years, spring began when the sun entered the constellation Taurus; in this connection the star was known as the Star of Mardūk, but subsequent to that date some of these titles were apparently applied to Hamal, Wega, and others whose position as to that initial point had changed by reason of precession. One cuneiform inscription, supposed to refer to our Capella, is rendered by Jensen Askar, the Tempest God; and the Tablet of the Thirty Stars bears the synonymous Ma‑a‑tu; all this well accounting for its subsequent character in classical times, and one of the many evidences adduced as to the origin of Greek constellational astronomy in the Euphrates valley.

The ancient Peruvians, the Quichuas, whose language is still spoken by their descendants, appear to have devoted much attention to the stars; and José de Acosta, the Spanish Jesuit and naturalist of the 16th century, said that every bird and beast on earth had its namesake in their sky. He cited several of their stellar titles, identifying this star with Colca, singularly prominent with their shepherds, as Capella was with the same class on the Mediterranean in ancient days; indeed in later also, for the Shepherd's Star has been applied to it by our English poets, although more commonly to the planet Venus.
In astrology Capella portended civic and military honors and wealth.
Tennyson, in some fine lines in his Maud, mentions it as "a glorious crown."
p89As to its color astronomers are not agreed; Smyth calling it bright white; Professor Young yellow; and others say blue or red, which last it was asserted to be by Ptolemy, Al Ferghani, and Riccioli; while those whose eyes are specially sensitive to that tint still find it such.

Capella perhaps has increased in lustre during the present century; but, brilliant as it is, its parallax of 0ʺ.095, obtained from Elkin's observations, indicates a distance from our system of 34¼ light years; and, if this be correct, the star emits 250 times as much light as our sun.

Its spectrum resembles that of the latter; indeed spectroscopists say that Capella is virtually identical with the sun in physical constitution, and furnishes the model spectrum of the Solar type,3 yellow in tinge and ruled throughout with innumerable fine dark lines.

Vogel thinks it receding from our system at the rate of 15¼ miles a second. It is the most northern of all the 1st‑magnitude stars, rising in the latitude of New York City at sunset about the middle of October, and culminating at nine o'clock in the evening of the 19th of January. Thus it is visible at some hour of every clear night throughout the year.




Saiba ainda muito mais sobre Auriga e Capella
acessando




http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3608
Johann Bayer — Auriga



Outras Estrelas em Auriga, o Cocheiro:

Menkalinan.  Beta Aurigae. 
Ascensão Reta 05h58,0m - Declinação +44o 57’
Magnitude visual 2,07 - Distância 88 anos-luz
Uma estrela brilhante e amarelada situada no ombro direito de Auriga.  O Ombro daquele que tem as Rédeas, expressão árabe oriunda de Al Mankib dh’l Inam.


Sadatoni - Zeta Aurigae . Estrela Binária
O Segundo Escudo, proveniente da expressão árabe Al Said al Thani. É uma estrela binária eclipsando num período de 2 2/3 anos.


Epsilon Aurigae - Estrela Binária eclipsante
Uma estrela binária eclipsando num período de 27 anos com uma componente de Magnitude visual 3, ambas situadas cerca de 3.400 anos-luz da Terra.  A mais brilhante componente pode ser vista através o tênue envelope da estrela maior e, dessa forma, o sistema se parece com uma estrela singular porém variável.


RT Aurigae - Estrela Variável Cefeida
Ascensão Reta 06h25m           Declinação +30o.33
Magnitudes: Max 5,0  Min 6,0   Período 3,7
Tipo CEF   Espectro F8v



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



1000px-Auriga_IAU.svg

https://www.iau.org/static/public/constellations/gif/AUR.gif




Stellarium




Caro Leitor,
na Ilustração acima,
 podemos perceber uma região, um braço da Via Lactea
caminhando desde o sudeste voltado bem ao sul
e correndo em direção ao noroeste voltado bem ao norte...
- ou vice-versa... -,
e corremos o risco de nos perder
dentre estrelas esfumaçadas, esbranquiçadas, leitosas,
e estrelas ainda apresentando-se inteirinhas,
algumas mais tímidas
e outras mais proeminentes,
algumas estrelas-alpha
e outras, nem tanto...,
todo o cenário nos envolvendo, nos acolhendo em suas luzes,
em seus mitos
- Centauro, Cruz, Navio, Cães e Lebre e Unicórnio,
Gigante Caçador, Touro, Gêmeos,
Cocheiro, Herói, Donzela Acorrentada...

Se tomarmos como referências
as estrelas Aldebaran, alpha Tauri,
Castor e Pollux, alpha e beta Gemini,
e Capella, alpha Aurigae,
estaremos encontrando,
no miolo entre estas estrelas,
os três Objetos Messier
- M36, M37 e M38 -,
que podem ser observados 
a partir da direção da constelação Auriga, o Cocheiro.



http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m36atlas.jpg


Messier 36

Open Cluster M36 (NGC 1960), type 'f', in Auriga

[m36.jpg]
Right Ascension05 : 36.1 (h:m)
Declination+34 : 08 (deg:m)
Distance4.1 (kly)
Visual Brightness6.3 (mag) 
Apparent Dimension12.0 (arc min)


Discovered by Giovanni Batista Hodierna before 1654.

Messier 36 (M36, NGC 1960) is the first of three bright open clusters in the southern part of constellation Auriga, included in Messier's catalog (the other two are M37 and M38). All three have been first recorded by Giovanni Batista Hodiernabefore 1654, as pointed out by Kenneth Glyn Jones; however these discoveries came to light as late as 1984, so that Le Gentil has independently rediscovered M36 and M38. Charles Messier included it in his catalog on September 2, 1764.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m036.html

http://www.stellarium.org/pt/


NGC 1960 = M36 - Aglomerado Aberto
Este aglomerado contém aproximadamente 60 estrelas entre magnitudes 9 a 14, 
distantes 1.400 anos-luz.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




NGC 1960 (= M36 = OCL 445)
Discovered (before 1654) by Giovanni Hodierna
Discovered (1749) by Guillaume Le Gentil
Rediscovered (Sep 2, 1764) by Charles Messier
A 6th-magnitude open cluster (type II3m) in Auriga (RA 05 36 17.7, Dec 34 08 27)

(Note: See the discussion of Hodierna for an explanation of why he was not credited with the discovery of this object.) Apparent size 10 arcmin.
DSS image of open cluster NGC 1960, also known as M36
Above, a 15 arcmin wide closeup of NGC 1960
Below, a 20 arcmin wide region centered on the cluster (Image Credit: AURA, NSF, NOAO)
NOAO image of open cluster NGC 1960, also known as M36


 Messier 36 (também conhecida como M36 ou NGC 1960) é um aglomerado aberto localizado na constelação de Auriga. Foi descoberto por Giovanni Battista Hodierna antes de 1654. M36 está a uma distância de cerca de 4.100 anos luz da Terra e tem aproximadamente 14 anos luz de diâmetro. O aglomerado é muito semelhante ao do aglomerado das Plêiades (M45), e se tivesem na mesma distância da Terra seriam de magnitude semelhantes.

.........................................

LEIA MAIS
em







http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m37atlas.jpg



Messier 37

Open Cluster M37 (NGC 2099), type 'f', in Auriga

[m37.jpg]
Right Ascension05 : 52.4 (h:m)
Declination+32 : 33 (deg:m)
Distance4.4 (kly)
Visual Brightness6.2 (mag) 
Apparent Dimension24.0 (arc min)

Discovered by Giovanni Batista Hodierna before 1654.

Although Messier 37 (M37, NGC 2099) is the brightest of the 3 open clusters in southern Auriga, this cluster was missed by Le Gentil when he rediscovered M36 and M38 in 1749, so that it was to Charles Messier to find this one independentlyon September 2, 1764. Generally unknown until 1984, all three clusters had been previously recorded by Hodierna before 1654.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m037.html


http://www.stellarium.org/pt/




NGC 2099 - M 37 - Aglomerado Aberto - Auriga
Ascensão Reta 05h51m    Declinação +32o.32
Magnitude fotográfica global 6,2  Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 9,7
Distância kpc 1,28 Diâmetro 24’  Tipo Espectral B8
O mais rico aglomerado em Auriga, 
um belíssimo objeto a ser observado até com pequenos telescópios.  
Contém cerca de 150 estrelas entre magnitudes 9 a 12.5, distantes 4.600 anos-luz e um diâmetro de 25 anos-luz.  

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://scienceblogs.com/startswithabang/2012/12/03/messier-monday-a-rich-open-star-cluster-m37/
Image credit: Sloan Digital Sky Survey.




Messier 37 (também denominado M37 ou NGC 2099) é um aglomerado aberto localizado na constelação de Auriga. Situa-se a aproximadamente 3 600 anos-luz da Terra e possui uma magnitude aparente de 5,8. Foi descoberta pelo italiano Giovanni Battista Hodierna antes de 1654.
É o segundo de três aglomerados abertos na região sul da constelação de Cocheiro incluídos pelo astrônomo francês Charles Messier em seucatálogo, em 2 de setembro de 1764. Messier 37 e os outros dois aglomerados abertos foram descobertos por Giovanni Battista Hodierna antes de 1654. Quando Guillaume Le Gentil redescobriu independentemente os aglomerados Messier 36 e Messier 38 em 1749, não pôde visualizar M37, que está na mesma região da esfera celeste.


NGC 2099 (= M37 = OCL 451)
Discovered (before 1654) by Giovanni Hodierna
Discovered (Sep 2, 1764) by Charles Messier
A 6th-magnitude open cluster (type II1r) in Auriga (RA 05 52 18.3, Dec +32 33 11)
(Note: See the discussion of Hodierna for an explanation of why he was not credited with the discovery of this object.) Apparent size 15 arcmin.
NOAO image of open cluster NGC 2099, also known as M37
Above, a view of M37 (Image Credit: AURA/NSF/NOAO)











http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m38atlas.jpg


Messier 38

Open Cluster M38 (NGC 1912), type 'e', in Auriga

[m38.jpg]
Right Ascension05 : 28.4 (h:m)
Declination+35 : 50 (deg:m)
Distance4.2 (kly)
Visual Brightness7.4 (mag) 
Apparent Dimension21.0 (arc min)


Discovered by Giovanni Batista Hodierna before 1654.

Messier 38 (M38, NGC 1912) is one of the three Messier open clusters in the southern part of constellation Auriga.

Lying only 2.5 degree northwest (preceding) of M36, this cluster was silently discovered by Hodierna before 1654, and independently found by Le Gentil in 1749. Charles Messier included it in his catalog on September 25, 1764.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m038.html


http://www.stellarium.org/pt/


NGC 1912 = M38 - Aglomerado Aberto
Um grupo de cerca de 100 estrelas situadas irregularmente e espaçadamente, distantes 4.200 anos-luz.
 Ascensão Reta 05h27m   Declinação +35o.49
Magnitude fotográfica global 7,0   Distância kpc 1,41
Diâmetro 18’      Tipo Espectral B5

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 38 (NGC 1912) é um aglomerado estelar aberto na constelação de Auriga, descoberto pelo astrônomo italiano Giovanni Battista Hodiernaantes de 1654.
 É um dos três aglomerados abertos listados por Charles Messier 
em seu catálogo de objetos do céu profundo na região da constelação de Auriga.
Situa-se a aproximadamente 4 200 anos-luz em relação à Terra e possui uma magnitude aparente de 7,4.
................................

LEIA MAIS
em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_38





http://apod.nasa.gov/apod/ap091205.html
Himalayan Skyscape 
Credit & CopyrightBabak Tafreshi (TWAN)
Explanation: Capella, alpha star of the constellation Auriga, rises over Mt. Everest in this panoramic view of the top of the world at night. The scene was recorded in late November near Namche Bazar, Nepal, gateway to the Himalayan mountain range. Moonlight illuminates the famous peaks of Everest (8840 meters) and Lhotse (8516 meters) at the far left, and a stupa (a Buddhist religious monument) in the foreground, along the main trail to the Everest Base Camp. The light in the valley is from the Tengboche Monastery, also along the trail at about 4000 meters. From left to right above the moonlit peaks, the stars of Auriga give way to bright giant star Aldebaran eye of the Taurus the Bull, the Pleiades star cluster, alpha Ceti, and finally alpha Phoenicis of the Phoenix. Peaks and stars can be identified by placing your cursor over the image.



Os desenhos formados pelas estrelas 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente 
a ir percebendo que existe mais, 
bem mais, 
entre o céu e a terra...  
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos
 e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward


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DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO