sábado, 27 de maio de 2017

(Nossas Idades) e As Idades do Universo


Olá!

Caro Leitor,
o simples título deste texto
- As Idades do Universo -
já nos traz a compreensão
de que também esse universo
por nós conhecido
venha vivenciando
um possível começo,
um meio
e um final.....,
assim como você e eu
gostamos sempre de comemorar
nosso aniversário de nascimento,
não é verdade?...,
e assim como você e eu
viemos vivenciando
nosso começo de vida,
nosso meio
e temos uma real certeza
de que um dia estaremos vivenciando
nosso final.

Podemos nos sentar
e rememorar
- e até escrever! -
sobre fatos e ciclos
que viemos vivenciando
em nossa vida,
ou seja, 
nos posicionarmos em nosso aqui-e-agora,
nosso presente
(mesmo porque é o único momento
ao temos total certeza que existe),
e olhar para nosso passado.

Podemos sonhar,
é claro,
com fatos e ciclos 
que ainda gostaríamos
de poder vivenciar 
em nossa vida,
ou seja,
nos posicionarmos em nosso aqui-e-agora,
nosso presente,
e "olharmos" para nosso futuro.

No entanto,
certeza, certeza, certeza mesmo
não temos sobre todas nossas rememorações do passado
(porque são mescladas com situações psíquicas mil
e nubladas por emotividade imensa)
e menos ainda
temos sobre nossos sonhos 
e/ou nossas aspirações de futuro
(porque são mesclados com situações psíquicas mil
e e nublados por ilusão imensa)

De qualquer forma,
em tudo permanece
algo:
O Desejo.

É o Desejo 
(e penso que mestre Freud concorda)
que nos mantém vivos
e que nos leva a vivenciarmos o presente,
que nos leva a rememorarmos o passado
e que nos leva a sonharmos
com o futuro.

No entanto,
será que este futuro
poderá ultrapassar a própria conclusão da vida?





O Texto que trago hoje para você,
Caro Leitor,
vem nos falar sobre
nosso universo
- a partir do pressuposto
que tenha tido seu "princípio"
no Big Bang -
e seus ciclos
e esses ciclos são comentados
através descrições das várias Eras
que designam o começo, o meio e o fim.

E o Texto conclui dizendo:

"...... Poderá nossa vida durar e ir além a morte das estrelas? Será possível que as criaturas inteligentes possam superar a degeneração dos prótons? Poderá a vida, sob qualquer forma, sobreviver ao final, terminal e terrivelmente vazio e desolador da Era da Escuridão?"

"Se a vida pode existir indefinidamente ou se o universo é estruturado para garantir a aniquilação final de toda a consciência, intenção ou propósito - incluindo qualquer registro de que tudo isto possa ter acontecido - tais questões nos trazem um fascínio inaudito. 

Neste texto nós apenas nos dedicamos ao futuro da universo físico. O resto da história, o futuro da vida, nós deixamos para o futuro."

Com um abraço estrelado,
Janine Milward

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O artigo abaixo
é baseado numa tradução e síntese de Janine Milward  
sobre o texto "The Future of the Universe",
 autoria de Fred C. Adams e Gregory Laughlin, 
publicado pela Revista Sky&Telescope, 
edição de Agosto de 1998, páginas 32-39
.- Sky Publishing Corporation, Cambridge, MA, USA. 

O título "As Idades do Universo" 
foi usado pelos autores 
em seu Livro sobre o mesmo tema. 

Se você quiser copiar ou reproduzir,
faça-o na íntegra mencionando suas autorias e créditos.

Sempre que aparecer um parágrafo 
ou frase entre aspas "....", 
isto significa tradução e síntese do texto original, 
"The Future of the Universe".


As Idades do Universo

Se entendermos nosso universo tendo seu início a partir do Big-Bang, podemos contar sua história de nascimento, vida e morte... e provável renascimento a partir de seu suposto final... porque certamente muitos universos pipocam dentro daquilo que poderemos denominar de Multiverso ou Pluriverso.

"Antes de mais nada, é preciso partirmos do ponto de vista relativo ao tipo de universo em que estamos vivendo: universo fechado, universo plano ou universo aberto. O universo fechado prevê um colapso do universo em si mesmo. O universo aberto prevê um universo que expande infinitamente. O universo plano faz um balanceamento entre os universos fechado e aberto, ou seja, o universo se expandiria para sempre porém quase que imperceptivelmente, como se em algum momento, desse uma aparente parada.."

"De uma maneira geral, a ciência hoje nos leva a tendermos a acreditar que nosso universo seja o "aberto", ou seja, em sua infinita expansão nos traria a possibilidade de traçarmos todo seu destino, desde seu nascimento até sua morte (aparente)... desde que tal universo teria acesso a um tempo infinito - diferente dos dois outros tipos de universo (mesmo que muitos cientistas ainda aceitem o universo plano, em perfeito balanceamento entre massa e energia e gravidade próprias)."

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"Podemos hoje dizer que nosso universo possui entre 10 a 15 bilhões de anos.... Por incrível que nos pareça não é um longo tempo, ao contrário, se levarmos em consideração que existem ainda bilhões e bilhões de estrelas a nascerem, viverem e morrerem.... Até que chegará um momento no universo - possivelmente em 100 trilhões de anos à frente - quando todas as estrelas queimarão seu combustível e se transformarão em rochas congeladas, os buracos negros se evaporarão por completo e átomos solitários terão o tamanho de uma galáxia.... "

Não muito distante de nós, aliás bem perto, está nosso Sol que em cêrca de 1 bilhão de anos esquentará de tal maneira que certamente tornará nossas vidas aqui na Terra - se é que ainda estaremos aqui - totalmente insuportável!

Dessa maneira, não é muito difícil tanto para os cientistas quanto para os leigos, compreenderem que tudo, tudo, no universo tem seu nascimento, sua vida e sua morte - até nosso próprio universo.
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Para falarmos sobre As Idades do Universo, partiremos do Big-Bang como marco zero, o primeiro passo de uma longa jornada.... Inicialmente, existe a pergunta: o que causou o Big-Bang? Possivelmente, existiram e existem inúmeros Big-Bangs acontecendo ao longo do Multiverso. E a cada Big-Bang (possivelmente advindo de tempo-e-espaço anteriores) o universo que se inicia "corta" seu cordão umbilical com aquilo do qual adveio... Existem também vários fatores que fazem acontecer com sucesso um universo a partir de seu Big-Bang inicial - pois que existem universos que falham, que colapsam, antes mesmo de se tornarem universos a vir-a-ser. E existem outros universos que dão certo, que são bem sucedidos - como o nosso.

"Em nosso caso, em nosso universo, podemos definir seu início real naquilo que chamamos de Tempo de Planck, ou seja, a unidade de quantum de tempo próprio, tempo que não pode ser inferido anterior a este mesmo. Um momento depois, o universo se torna incrivelmente quente e denso. Campos de energia quântica direcionam aceleradamente, "inflacionam" a expansão do espaço."

Assim, Tempo e Espaço começam, como personagens de uma grande peça divina, a tomarem seus lugares em nosso cenário fundamental, nosso universo, passando a realizar o drama da criação.

A Era do Universo Inflacionário

"Também esses campos de energia quântica produzem flutuações de energia bastante baixa preenchendo campos de energia leves e sem forma, dessa forma, preenchendo o ainda diminuto universo. Esta variações suaves sobreviveram ao longo da expansão do espaço e mais tarde vieram a ser as sementes das galáxias, dos aglomerados de galáxias, e das enormes estruturas que hoje podem ser observadas. Esse tempo de Inflação durou pouco, fazendo com que a expansão cósmica prosseguisse num passo mais moderado, não tão acelerado quanto em seu princípio."

A Era de Predominância da Radiação no Universo

Essa Era durou até o momento em que o universo tinha cerca de 10 mil anos de vida, ou seja, ainda uma criança de colo, recém-nascida . "Nesse tempo, o universo ainda era um nada, contendo apenas um mar de radiação muito densa, uniforme e leve. Começaram a acontecer interações complexas entre as partículas trazendo uma mal-balanceamento entre matéria e anti-matéria. Nessa luta - ou interação - matéria e anti-matéria aniquilaram a si mesmas, deixando para trás um pequeno resíduo de excesso de matéria que acabou formando o universo que hoje conhecemos".

"Rapidamente, o resfriamento dessa sopa primordial do universo sintetizou o núcleo dos elementos leves, incluindo o hidrogênio, o deuterium, o helium e o lithium. Esses são os elementos que acabaram produzindo o universo em sua matéria primordial e que pode ser identificada naquilo que hoje podemos ver da composição do universo."

"A Era da Dominação da Radiação tem seu final no momento em que a densidade de energia da radiação leve tornou-se menor do que a densidade de energia (a massa) da matéria."

"No entanto, em sua idade de 300 mil anos, o universo começa a esfriar o suficiente para fazer com que todos os átomos (especificamente os átomos de hidrogênio) pudesse se formar e viver - o que antes seria impossível devido às altas temperaturas. Como o gás hidrogênio é transparente, seu vôo livre através da radiação, trouxe luz, transparência, a um universo que até então era opaco". ................................................"

"A partir de então, as flutuações dentro da densidade da matéria puderam se formar, sem serem anuviadas pelo mar de radiação leve. Dessa forma, as galáxias e estrelas passaram a se formar."

A Era Estelífera

"Podemos dizer que nosso universo é extremamente jovem porque vivemos nessa Era, a Era das Estrelas, a Era Estelífera. A primeira geração de estrelas começou a se formar quando o universo tinha apenas alguns milhões de anos. Nos próximos bilhões de anos as primeiras galáxias apareceram e começaram a se organizar em aglomerados, superaglomerados e grandes massas. Dentro dessas galáxias, a formação de estrelas passou a existir numa enorme proporção. Muitas galáxias jovens experienciaram acontecimentos dramáticos em relação aos seus devoradores buracos negros centrais. Os buracos negros partiram estrelas ao meio, circundando-as com discos de gás quentíssimo em suas órbitas. Com o tempo, a maioria desses quasars e núcleos ativos das galáxias se extinguiram. Nosso Sol e nosso sistema solar foi formado mais tarde, cerca de 4.5 bilhões de anos atrás, depois que a Via Láctea já existia por um bom tempo"

"Nosso Sol já tem seu destino selado: após exaurir todo seu combustível de hidrogênio, haverá de reajustar sua estrutura para tornar-se uma gigante vermelha e inchará até quase atingir nosso Planeta que, a está altura, já estará completamente estéril diante do avanço inexorável do calor solar... Muito provavelmente o intenso calor deverá derreter toda a crosta terrestre e nada mais restará de nossa geologia, biologia e civilizações.... No entanto, a Terra deverá escapar da total aniquilação porque o Sol estará ejetando um grande volume de massa sob a forma de um imenso vento estelar que empurrará nosso Planeta até os arredores da órbita de Marte."

"Em escala maior, as colisões entre galáxias e suas fusões continuarão acontecendo.... Também nossa Via Láctea deverá se encontrar com M31, a Galáxia de Andrômeda, em cerca de 6 bilhões de anos... ou mais.... porém ambas certamente deverão se fusionar e formar um enorme conglomerado.".

"Este mesmo destino deverá acontecer para muitas galáxias que existem em aglomerados. Dentro das futuras décadas cosmológicas - trilhões de anos (centenas de bilhões) -, os aglomerados se fundirão e darão espaço para surgirem imensos e amorfos sistemas galácticos. Esse tipo de fusão já vem acontecendo em alguns aglomerados."

De uma maneira geral, existem dois finais para as estrelas: um deles é ela inchar de forma a se tornar uma gigante vermelha e, eventualmente, explodir como supernova ejetando espaço a fóra seus gases e materiais que formarão uma nebulosa e outras estrelas e galáxias. Outro tipo de estrela, é aquela que incha sim, quase se tornando uma gigante vermelha porém, eventualmente, regride até se tornar uma anã branca, uma rocha amorfa e sem qualquer luminosidade.

No entanto, existe um outro tipo de estrelas que são as denominadas anãs vermelhas. "Estas estrelas possuem menos que a metade da massa do nosso Sol, mas são tão numerosas que sua massa combinada facilmente excede aquela de todas as outras estrelas. Mais ainda, as anãs vermelhas são verdadeiramente econômicas quando se trata de fundir seu hidrogênio em hélio. Elas economizam seu combustível central de maneira que mesmo as mais modestas destas estrelas ainda estarão brilhando trilhões de anos à frente. Nesse tempo, a maioria de todas as grandes estrelas já terá se extinguido - tornando-se cinzas, seja como anãs brancas ou explodindo como supernovas."
"Porém, também as anãs vermelhas um dia extinguirão seu hidrogênio e haverão de terminar suas vidas como anãs brancas com uma pequena massa de hélio."

"Uma galáxia pode sustentar a formação de estrelas somente se puder reter um suprimento da matéria prima - o gás interestelar. Com o declínio da Era Estelífera, a formação das estrelas começará a cessar, mesmo que vagarosamente. Em cêrca de 10 a 100 trilhões de anos, todas as reservas de gás de hidrogênio estarão terminadas, fazendo, dessa forma, que todas as formações padrão de estrelas sejam também terminadas para sempre."
"A Era Estelífera terminará quando a última anã vermelha se apagar. Sem mais qualquer estrela brilhando, nosso universo estará com cêrca de 100 trilhões de anos de vida."

A Era da Degeneração

"Nesse tempo, a maior parte da massa do universo apresentará objetos estelares degenerados que permanecerão após o final da evolução das estrelas. Neste contexto, "degeneração" se refere a um estado peculiar quântico-mecânico da matéria mais do que uma decadência moral. O inventário das sobras em degeneração inclui anãs marrons geladas, anãs brancas e estrelas de nêutron. Os buracos negros também conterão algo da matéria das estrelas anteriores."

"As anãs marrons são estrelas já falidas que foram formadas com os gases finais de hidrogênio e hélio enriquecidos com as explosões das últimas supernovas mas que, entretanto, por possuírem pouca massa, não mais conseguem sustentar a fusão do hidrogênio e se tornam gélidas. As anãs brancas são cinzas que sobram do tipo mais comum de estrelas - como o nosso sol. Tanto as anãs marrons quanto as anãs brancas, já praticamente escurecidas e gélidas, deverão persistir em números comparáveis ao das estrelas que preenchem nossos céus hoje."

"Uma estrela que possua mais do 8 vezes a massa de nosso sol, morrerá como uma supernova em sua explosão, que freqüentemente deixa para trás uma pequena, porém densa, estrela de nêutron ou, talvez, um buraco negro com sua massa estelar. Mais ainda, enormes e super massivos buracos negros continuarão a morar no centro de muitas das galáxias e são objetos que contêm cerca de um milhão a muitos bilhões de massa como a do nosso sol."

"Durante a Era da Degeneração o universo será frio e negro. Entretanto, acontecimentos se apresentarão contra o pano de fundo da escuridão. As estrelas haverão de se separar de suas galáxias e através do acúmulo vagaroso dessa dispersão estelar, galáxias ou supergaláxias deverão gradualmente, modificar suas estruturas. Algumas estrelas ganharão energia orbital e se evadirão enquanto outras perderão essa energia e sucumbirão dentro de suas galáxias. Também alguns planetas poderão se separar de suas estrelas e viajar livremente. Assim, muitos objetos estelares decadentes serão ejetados de suas galáxias ou supergaláxias dentro do espaço intergalático que será um lugar imenso, realmente.

"Uma minoria de estrelas de grande massa será engolida pelos buracos negros dos centros das galáxias. Esses buracos negros deverão continuar crescendo vagarosamente à medida que vão engolindo massa estelar"

"Os efeitos da radiação gravitacional tornar-se-ão significantes, as órbitas perderão sua energia e degenerarão. Também outro efeito torna-se importante durante a Era da Degeneração: a matéria escura, em alguma forma desconhecida, circundará as galáxias com um halo difuso."

Mesmo que o tempo de vida de um próton não esteja ainda bem definido qual seja, assume-se que haverá o momento cosmológico em que também o próton terminará e dessa forma, tudo aquilo feito de átomo degenerará.. Isso marca o real fim da Era da Degeneração.

A Era do Buraco Negro

"Os únicos objetos de massa estelar que ainda permanecerão são os buracos negros. Eles não serão afetados pela degeneração dos prótons e sobreviverão inalterados após o final da Era da degeneração. No entanto, até os buracos negros não durarão para sempre. Eventualmente, eles evaporarão através de um processo quântico-mecânico vagaroso. Assim, a Era do Buraco Negro termina quando até o maior dos buracos negros terminar".
Tem início a Era do Vazio.

A Era da Escuridão

"O universo estará totalmente vazio de prótons ou de buracos negros. Restarão apenas alguns produtos esparsos e evanescentes, remanescentes das eras anteriores: photons expandidos em ondas colossais e alguns neutrinos, electrons e positrons - todos extremamente distantes um do outro. Toda e qualquer atividade cessará de existir. Entretanto, electrons e positrons, navegando através do espaço podem, encontrar uns com os outros e formarem um átomo de positron - que são um electron e um positron orbitando um ao outro - ocupando um espaço maior ainda do que aquele que observarmos do universo inteiro hoje. Essa órbita eventualmente se espiralá e se aniquilará depois de um imenso tempo. Outros eventos de aniquilação em nível vagaroso e pouco energético poderão também acontecer:... porém, em comparação com a prodigalidade de vida que o universo viveu em seu passado, agora sua existência é conservadora e desinteressante..... Será? Não será a pobreza dessa época tão distante simplesmente um resultado de nossa longínqua e incompleta visão desse mesmo momento?"
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"Algumas pessoas podem dizer que nossa época é realmente a única rica e interessante de se viver pois que estamos em meio a um tempo de estrelas produzindo energia sem parar e planetas oferecendo suas superfícies para vivermos - temos então a tendência natural de pensarmos que nossa época é, de alguma maneira, privilegiada. Os autores resistem a esta tendência. Ao invés disso, nós adotamos o chamado Princípio do Tempo de Copérnico, que diz que a época cosmológica atual não possui qualquer lugar no tempo. Em outras palavras, os eventos interessantes continuarão a acontecer enquanto o universo evolui e realiza suas mudanças."

"Nós entendemos que as leis da física não predizem que o universo vá atingir um estado de completa quietude. Ao invés disso, suspeitamos que processos físicos interessantes continuarão a operar adentrando o futuro - além de tudo o que podemos imaginar."

A verdade é que a partir de Copérnico, no século XVI, podemos ver que a Terra não é o centro do universo, nem do sistema solar e que existem outras planetas que orbitam em torno ao nosso Sol. Nosso Sol, por sua vez faz parte de outros tantos bilhões de sóis somente na nossa Via Láctea. E que nossa Via Láctea é apenas uma entre as outras tantas e tantas galáxias em nosso universo.....

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"...... Poderá nossa vida durar e ir além a morte das estrelas? Será possível que as criaturas inteligentes possam superar a degeneração dos prótons? Poderá a vida, sob qualquer forma, sobreviver ao final, terminal e terrivelmente vazio e desolador da Era da Escuridão?"

"Se a vida pode existir indefinidamente ou se o universo é estruturado para garantir a aniquilação final de toda a consciência, intenção ou propósito - incluindo qualquer registro de que tudo isto possa ter acontecido - tais questões nos trazem um fascínio inaudito. 

Neste texto nós apenas nos dedicamos ao futuro da universo físico. O resto da história, o futuro da vida, nós deixamos para o futuro."

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O artigo acima é baseado numa tradução e síntese de Janine Milward de Azevedo de Azevedo sobre o texto "The Future of the Universe", autoria de Fred C. Adams e Gregory Laughlin, publicado pela Revista Sky&Telescope, edição de Agosto de 1998, páginas 32-39.- Sky Publishing Corporation, Cambridge, MA, USA. O título "As Idades do Universo" foi usado pelos autores em seu Livro sobre o mesmo tema. Se você quiser copiar ou reproduzir, faça-o na íntegra mencionando suas autorias e créditos..
Sempre que aparecer um parágrafo ou frase entre aspas "....", isto significa tradução e síntese do texto original, "The Future of the Universe".
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Com um abraço estrelado,
Janine Milward