sexta-feira, 2 de junho de 2017

Tycho Brahe e a Cratera com seu Nome, no Umbigo da Lua


Olá!

A Lua sempre nos parece mágica,
não é verdade?

E também sempre nos parece
tão doce,
porém tão mutável,
cada noite surgindo
de uma maneira diferente,
às vezes quase como um fino anel dourado/prateado
- quando de seus momentos
de recém Lua Nova e de quase Lua Nova,
nos horizontes oeste e leste,
respectivamente.

É realmente uma grande viagem
e um imenso privilégio
podermos acompanhar
a Lua crescendo, 
saindo dos céus mais a oeste
e ao cair da noite,
após o Sol ter se escondido,
e seguindo seu caminho,
céu acima,
sempre engordando,
ganhando o zênite
- inteiramente iluminada! -,
e então emagrecendo...
e tornando-se quase uma lua boêmia
e finalmente querendo esconder-se
por detrás dos céus mais a leste,
na madrugada sonolenta
e antecipadora da chegada do Sol.

Diga-me, Caro Leitor,
como você observa a Lua?
Quero dizer,
a olho nú
ou através algum instrumento óptico?

E diga-me também,
Caro Amigo das Estrelas,
o que lhe atrai a atenção,
primeiramente?
Os mares?
As crateras?

Eu penso que meus olhos 
dirigem-se
diretamente
para uma cratera interessantíssima
- que mais se parece com um sol espraiando-se
para todos os cantos,
em seus raios lunares!




(extrato de ) http://www.ccvalg.pt/astronomia/sistema_solar/lua/mapa_lua.jpg






Caro Leitor,
a intenção minha nesta Postagem
é a de trazer a você
 alguma informação
sobre a talvez mais famosa cratera
que nossos olhos imediatamente reconhecem
quando observamos Selene,
nossa Lua:
A Cratera Tycho!


A imagem pode conter: noite e céu
Lua minguante, resultado da combinação de 4 fatores, 
céu super limpo, zênite lunar, turbulência moderada
 e muita disposição para enfrentar um frio de quase 0 graus.
Mosaico composto por 15 imagens.
Telescópio GSO 8¨ + Qhy5l em foco primário.
Isael Lima de Queiroz

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Isael Lima de Queiroz






Maior tributo
do que esse
não existe,
não é verdade?
Penso que o mestre Tycho Brahe
deve se sentir envaidecido
- onde quer que esteja -
ao saber dessa homenagem!

Quer dizer,
o mestre morou por cerca de vinte anos
em sua ilha Hveen,
em seu Uraniborg,
seu Castelo de Urânia,
a Musa das Estrelas....,
e hoje mora na Lua,
ou melhor,
no Umbigo da Lua,
o sol da lua.






LROC WAC mosaic of Tycho crater with lighting similar to that when the NAC oblique image was taken. Mosaic is 130 km wide, north is up [NASA/GSFC/Arizona State University].





Houve um tempo
em que esta cratera era conhecida
como o Umbigo da Lua,
nome extremamente simpático,
não é verdade?,
e realmente assim nos parece visualizar 
esta acidente geográfico lunar!


CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=51289




Observe abaixo,
Caro Leitor,
a Lua visível para nós
e a Lua que não mostra sua face para nós.
A Lua visível 
(do lado esquerdo)
apresenta, bem ao sul,
uma quase explosão,
um quase sol desenhado
e com um umbigo ao centro.








Nesta Postagem,
Caro Leitor,
estaremos também trazendo
alguma informação
sobre
Lunar Reconaissance Orbiter (LRO)
- Orbitador de Reconhecimento Lunar -,
uma espaçonave robótica
lançada pela Nasa
e que vem orbitando nossa Lua
e nos deleitando com as imagens
que vem obtendo
ao longo de tantos anos de trabalho
desde 2009.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


P.S.  Caro Leitor,
Estamos trazendo a você
uma série de Postagens
sobre Tycho Brahe.  
Confira:

- Tycho Brahe trabalhando em seu Uraniburgo, 
o Castelo de Urânia, a Musa das Estrelas, 
e seu Encontro com Kepler, ao final de sua vida.

-  Tycho Brahe e a Cratera com seu Nome, no Umbigo da Lua

- Tycho Brahe e a Supernova por ele observada, em 1572

- Tycho Brahe e o Grande Cometa de 1577

- Tycho Brahe e o protótipo de uma Espaçonave com seu Nome, 
na Dinamarca



A imagem pode conter: noite e céu
https://www.facebook.com/Observatoriokairos/photos/pcb.664159543781653/664159453781662/?type=3&theater
Observação Lunar
03.06.2017
C. Paulita - SP
GSO 8" + Ocular 25mm + Moto G4 + em afocal.
Fotos e Créditos: João Gabriel Soares





2001 January 7
See Explanation.  Clicking on the picture will download 
 the highest resolution version available.
Tycho Brahe Measures the Sky 
 Credit: Tycho Brahes Glada V„nner
Explanation: Tycho Brahe was the most meticulous astronomical observer of his time. Brahe, who lived between 1546 and 1601, set out to solve the day's most pressing astronomical problem: to determine whether the Earth or the Sun was at the center of the Solar System. To do this Brahe and his assistants created the first major astronomical observatory where they devised and used the most accurate pre-telescopic astronomical instrumentsTycho Brahe thus compiled tables of precise measurements of the positions and brightnesses of planets and stars. Brahe never solved the Solar System problem himself - but left data so impressively accurate his assistant Johannes Kepler was able to develop definitive laws. Brahe is also remembered for witnessing a supernova in 1572, showing that the Great Comet of 1577 was not an atmospheric phenomena, and for his metal nose.



Tycho Brahe era o mais meticuloso observador astronômico de seu tempo.  Brahe, que viveu entre 1546 e 1601, saiu em busca de resolver o problema astronômico mais impositivo: determinar se a Terra ou o Sol era o centro do Sistema Solar. Para fazer isso, Brahe e seus assistentes criaram o primeiro maior observatório astronômico onde eles inventaram e usaram os mais acurados instrumentos astronômicos anteriores ao telescópio.  Tycho Brahe, então, compilou tabelas de medição precisa das posições e brilhos dos planetas e estrelas.  Brahe nunca resolveu o problema do Sistema Solar - porém deixou dados tão impressionante acurados que seu assistente, Johannes Kepler, pôde desenvolver leis definitivas.  Brahe também é lembrado por testemunhar uma supernova, em 1572, e de mostrar que o Grande Cometa de 1577 não era um fenômeno atmosférico; e sempre lembrado por seu nariz metálico.



Tycho de brahe1.jpg
Von Original uploader was User:OsvátA at hu.wikipedia - Originally from hu.wikipedia; description page is/was here., Gemeinfrei, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3253324






Tycho (cratera)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tycho
A cratera Tycho
A cratera Tycho
RegiãoLado visível da Lua
Coordenadas43.31° S, 11.36° W
Diâmetro86,21 km
Profundidade4,8 km
Colongitude12° no nascer do Sol
EpônimoTycho Brahe
Tycho ( /ˈtk/) é uma proeminente cratera lunar localizada nas colinas próximas ao pólo Sul da Lua, batizada em homenagem ao astrônomo dinamarquês Tycho Brahe (1546–1601).[1] Ao Sul da cratera Tycho, está a cratera Street; ao Leste, a cratera Pictet e ao Norte-Nordeste dela, a cratera Sasserides. A superfície em torno de Tycho é repleta de crateras de vários tamanhos, muitas crateras sobrepondo crateras ainda mais velhas. Algumas das crateras menores são crateras secundárias formadas a partir de pedaços maiores ejetados de Tycho. Tycho é considerada a maior cratera lunar vista na parte visível e pode ser vista perfeitamente a olho nu durante a lua cheia.

Localização de Tycho.

Idade e Descrição

Tycho é uma cratera relativamente jovem, com uma idade estimada de 108 milhões anos com base na análise de amostras dos raios da cratera recuperadas durante a missão Apollo 17. Esta idade sugere que o agente de impacto pode ter sido um membro da Família Baptistina de asteróides, mas como a composição do agente de impacto é desconhecida esta é apenas uma conjectura. Entretanto simulaçóes dão 70% de probabilidade de que a cratera foi criada por um fragmento do mesmo impacto que criou o asteróide 298 Baptistina;[2] que, anteriormente, creu-se ser o responsável pela formação da Cratera de Chicxulub e extinção dos dinossauros. Entretanto, esta possibilidade foi desacreditada pela sonda Wide-field Infrared Survey Explorer em 2011[3].
A cratera é bem definida, ao contrário de crateras mais antigas que foram degradadas por impactos subseqüentes. O interior tem um grande albedo que é proeminente quando o Sol está acima. A cratera é cercada por um bem distinto sistema de raios com longas formações que se estendem por até 1.500 quilômetros. Seções destes raios podem ser observadas mesmo quando Tycho está iluminada apenas pela luz cinérea. Devido aos seus proeminentes raios, Tycho é mapeado como parte do Período Copérnico.[4]

O longo sistema de raios que partem de Tycho
As muralhas além da borda tem um albedo mais baixo do que o interior por uma distância de mais de cem quilômetros, e estão livres das marcações dos raios que estão além. Este aro mais escuro pode ter sido formado a partir de minerais escavados, durante o impacto.

Nomes

O nome Tycho foi dado em homenagem ao astronômo dinamarquês Tycho Brahe. Como muitas das outras crateras lunares, o nome foi dado pelo Jesuíta astronômo Giovanni Riccioli, cujo sistema de nomenclatura de 1651 se tornou padrão.[5] Cartógrafos anteriores tinham dado nomes diferentes. Pierre Gassendi a chamou de Umbilicus Lunaris ('o umbigo da Lua').[6] O mapa de 1645 feito por Michael van Langren a chama de "Vladislai IV" em homenagem Władysław IV Vasa, Rei da Polônia.[7] Johannes Hevelius a chamou de Monte Sinai.

Crateras Satélites

Por convenção estas áreas são identificadas em mapas lunares colocando a letra no lado do ponto médio da cratera que está mais próximo de Tycho.
TychoLatitudeLongitudeDiâmetro
A39.9° S12.0° W31 km
B43.9° S13.9° W13 km
C44.3° S13.7° W7 km
D45.6° S14.0° W27 km
E42.2° S13.5° W14 km
F40.9° S13.1° W16 km
H45.2° S15.8° W8 km
J42.5° S15.3° W11 km
K45.1° S14.3° W6 km
P45.3° S13.0° W8 km
Q42.5° S15.9° W21 km
R41.8° S13.6° W5 km
S43.4° S16.1° W3 km
T41.2° S12.5° W14 km
U41.0° S13.8° W19 km
V41.7° S15.3° W4 km
W43.2° S15.3° W19 km
X43.8° S15.2° W13 km
Y44.1° S15.8° W19 km
Z43.1° S16.2° W24 km

Galeria



CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=51289


Tycho Crater is an one of the most prominent craters on the moon. It appears as a bright spot in the southern highlands with rays of bright material that stretch across much of the nearside. Its prominence is not due to its size: at 85 km in diameter, it's just one among thousands of this size or larger. What really makes Tycho stand out is its relative youth. It formed recently enough that its beautiful rays, material ejected during the impact event, are still visible as bright streaks. All craters start out looking like this after they form, but their rays gradually fade away as they sit on the surface, exposed to the space environment which over time darkens them until they fade into the background.

How old is Tycho? Because the impact event scattered material to such great distances, it's thought that some of the samples at the Apollo 17 landing site originated at the Tycho impact site. These samples are impact melt glass, and radiometric age dating tells us that they formed 108 million years ago. So if these samples are truly from Tycho, the crater formed 108 million years ago as well. This may still seem old, but compared to the 3.9 billion-year age for many large lunar craters, Tycho is the new kid on the block. Directly sampling material from within the crater would help us learn more about not just when Tycho formed, but the ages of terrains on other planets throughout the solar system. 

Planetary surfaces are dated by counting the number of craters on the surface, and comparing that number to the number of craters that formed on a surface for which we know the age by actually sampling the rocks. The problem is, there aren't that many places for which we've sampled the rocks, and confirming the age of Tycho would help date younger surfaces, which are not well sampled.

Tycho is also of great scientific interest because it is so well preserved, it is a great place to study the mechanics of how an impact crater forms. The Constellation site is on the floor of Tycho, near its central peak. The peak is thought to be material that has rebounded back up after being compressed in the impact, and though it's a peak now, it originated at greater depth than any other portion of the crater. The floor of the crater is covered in impact melt, rocks that were heated to such high temperatures during the impact event that they turned to liquid, and flowed across the floor. In the image below, impact melt flowed downhill and pooled, where it cooled.

LROC WAC image of Tycho CraterLROC WAC image of Tycho crater. The proposed Constellation site is to the North of the crater's central peak. Credit: NASA/Goddard/Arizona State University
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The LROC NAC images make clear why this fascinating crater was chosen as one of the Constellation sites.









Tycho Central Peak Spectacular!


Oblique view of summit area of Tycho crater central peak. The boulder in the background is 120 meters wide, and the image is about 1200 meters wide. LROC NAC M162350671L,R [NASA/GSFC/Arizona State University].
On 10 June 2011 the LRO spacecraft slewed 65° to the west, allowing the LROC NACs to capture this dramatic sunrise view of Tycho crater. A very popular target with amateur astronomers, Tycho is located at 43.37°S, 348.68°E, and is ~82 km (51 miles) in diameter. The summit of the central peak is 2 km (6562 ft) above the crater floor, and the crater floor is about 4700 m (15,420 ft) below the rim. Many "clasts" ranging in size from 10 meters to 100s of meters are exposed in the central peak slopes. Were these distinctive outcrops formed as a result of crushing and deformation of the target rock as the peak grew? Or do they represent preexisting rock layers that were brought intact to the surface? Imagine future geologists carefully making their way across these steep slopes, sampling a diversity of rocks brought up from depth.
NAC oblique view of Tycho crater, today's Featured Image highlights the summit area of this spectacular image. The central peak complex is about 15 km wide southeast to northwest (left to right in this view) [NASA/GSFC/Arizona State University].

Tycho's features are so steep and sharp because the crater is young by lunar standards, only about 110 million years old. Over time, micrometeorites, and not so micro meteorites, will grind and erode these steep slopes into smooth mountains. For a preview of what Tycho's central peak may look like in a few billion years, visit Bhabha crater.
LROC WAC mosaic of Tycho crater with lighting similar to that when the NAC oblique image was taken. Mosaic is 130 km wide, north is up [NASA/GSFC/Arizona State University].

Another NAC pair acquired on 27 May 2010 gives an excellent straight down view of the summit (below), including the large boulder seen in today's Featured Image. Also note the fractured impact melt deposit that surrounds the boulder. And the smooth area on top of the boulder, is that also frozen impact melt? These LROC images clearly show that the central peak formed very quickly; the peak was there when impact melt that was thrown straight up during the impact came back down. Amazing! Instant mountains! Or did the melt get there by a different mechanism? The fractures probably formed over time as the steep walls of the central peak slowly eroded and slipped downhill. Eventually the peak will erode back such that the big boulder will meet its demise as it slides 2000 meters to the crater floor.
Vertical view of Tycho central peak summit showing same 120 m wide boulder, M127008391L [NASA/GSFC/Arizona State University].

Explore the full resolution NAC oblique view of Tycho crater, and make sure to watch the video!
Topographic model of Tycho crater derived from LROC WAC stereo images, same area as shown in WAC mosaic above [NASA/GSFC/Arizona State University].

The full-resolution movie can be downloaded here.
Read earlier LROC Featured Images highlighting Tycho crater:

Cratera Tycho
Esta imagem é uma visão oblíqua do lado leste do pico central da cratera Tycho . A imagem foi capturada quando o sol estava relativamente bem acima do horizonte. Do ponto de vista capturado pela sonda LROC, o sol estava por trás e um pouco a norte, então, as sombras estão na sua maioria escondidas, mudanças no brilho superficial dominam a cena. http://ow.ly/NPoL30bgleU

Tycho é uma proeminente cratera lunar localizada nas colinas próximas ao pólo Sul da Lua, batizada em homenagem ao astrônomo dinamarquês Tycho Brahe nascido em 14 de dezembro de 1546,faleceu em 24 de outubro de 1601 aos (54 anos).



A superfície em torno da cratera Tycho é repleta de crateras de vários tamanhos, muitas crateras sobrepondo crateras ainda mais velhas. Algumas das crateras menores são crateras secundárias formadas a partir de pedaços maiores ejetados de Tycho. 



Tycho é uma cratera relativamente jovem, com uma idade estimada de 108 milhões anos com base na análise de amostras dos raios da cratera recuperadas durante a missão Apollo 17. Esta idade sugere que o agente de impacto pode ter sido um membro da Família Baptistina de asteróides, mas como a composição do agente de impacto é desconhecida esta é apenas uma teoria. 



A cratera é bem definida, ao contrário de crateras mais antigas que foram degradadas por impactos subseqüentes. A Cratera Tycho tem cerca de 82 km de diâmetro, o cume do pico central está a cerca de 2 km acima do assoalho da cratera.



Para mais informações: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tycho_(cratera)...

O Lunar Reconnaissance Orbiter (Orbitador de Reconhecimento Lunar, LRO) é uma espaçonave robótica lançada pela Nasa, que atualmente está orbitando a Lua.


Uma enorme rocha com cerca de 100 metros de largura (em detalhe) repousa no cume do Pico Central da cratera Tycho. Clique nas fotos ou setas para aumentar o zoom das imagens.


Tycho Central Peak, Limb View











Magnificent oblique view of the eastern side of Tycho's central peak acquired when the Sun was relatively high above the horizon. From the viewpoint of LROC the Sun was behind and a bit to the north, so shadows are mostly hidden, thus subtle changes in surface brightness dominate the scene. Image width ~8 km, north is to the right, M1167178525LR [NASA/GSFC/Arizona State University].


Tycho crater is about 85 kilometers (53 miles) in diameter, and its central peak rises more than 2000 meters (6562 feet) above the crater floor. It is amazing to think that this giant crater formed within a few minutes! Imagine the view from Earth, a bright flash followed by several minutes of subsequent small impacts moving radially outwards as ejected material impacts much of the nearside. After the dust settles there is a glowing cauldron of impact melt 50 kilometers across. Then quite a show 3 to 4 days later as lunar material rains down on Earth, creating a spectacular meteor shower. Alas, no people were around 100 million years ago to enjoy the spectacle, but Cretaceous dinosaurs had a front row seat!











Tycho Limb Shot, Tiny
The LRO spacecraft rolled 73° to the west to acquire this spectacular oblique view of the floor, central peak and western wall of Tycho crater (43.3°S, 348.7°E) from an altitude of 59 km. From the crater floor to the top of the west wall is more than 4400 meters (14,400 feet)! In the background you can see over the limb, out into the black of deep space. Scene is ~40 km wide, M1167178525LR [NASA/ASU/Arizona State University].

Impact melt ejected during crater formation coated much of the exterior of the crater, the now hardened melt veneer is seen as darker shades of gray (foreground). Steep slopes shed material exposing fresh rock, which shows up as nearly white on the far wall and central peak.
Explore in full detail the interior of Tycho crater.

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